sábado, 31 de dezembro de 2011

Robert Parker distingue Poeira e Pó de Poeira tinto/branco

Pessoal, recebemos uma notícia bem legal sobre um vinho que apreciamos: o Poeira. Inclusive, na nossa adega, está repousando uma garrafa da safra 2007. Não sei quanto tempo mais ele vai durar depois dessa consagração. Joana Pratas, consultora em comunicação e relações públicas, foi quem nos enviou o seguinte e-mail:

"O casal Jorge Moreira e Olga Martins, proprietários da Quinta do Poeira, acabam de ver o seu projecto pessoal distinguido ao mais alto nível, através da elevada pontuação atribuída aos seus vinhos no site do americano Robert Parker, o mais influente crítico de vinhos do mundo. Ambos da colheita de 2009, os tintos ‘Poeira’ e o ‘Pó de Poeira’ obtiveram, respectivamente, 94 e 92 pontos e foram considerados vinhos com factor “wow”. A performance do ‘Pó de Poeira branco 2010’ esteve igualmente em destaque com 90 pontos. 

O ano de 2009 foi sem dúvida de excelência para o tinto ‘Pó de Poeira’. Afirma-o o enólogo Jorge Moreira e confirma-o Mark Squires, o provador dos vinhos portugueses, na sua avaliação publicada este mês no site de Robert Parker. O autor chega mesmo a elegê-lo como a melhor opção do Douro no que toca aos vinhos intitulados de “segunda linha” / gama média. Este é um tinto que resulta de um blend de vinhas velhas (50%) com castas de plantio mais recente – Sousão, Touriga Franca e Touriga Nacional –, seguido de um estágio de doze meses em barricas de carvalho usado. 

O ‘Poeira’ é o ícone desta dupla de sucesso, tendo a colheita de 2009 alcançado 94 pontos nesta mesma avaliação. É criado, exclusivamente, a partir de uvas de vinhas velhas, o que lhe confere atitude, corpo e persistência. Segundo Mark Squires, é um vinho de terroir, limpo e translúcido, que vai, contudo, ganhar e mostrar-se mais complexo com o passar do tempo (é um vinho com elevado potencial de envelhecimento). É envolvente, intenso e poderoso, mas ao mesmo tempo elegante e gracioso. A nível nacional, a Revista de Vinhos colocou-o no topo (em primeiro lugar ex-aequo) dos grandes tintos do Douro e o jornalista e crítico João Paulo Martins considerou-o um dos ‘Melhores do Ano’ no seu Guia de Vinhos.  

A Quinta do Poeira viu também o seu branco ‘Pó de Poeira’ – Alvarinho (85%) e Gouveio (15%) com estágio de seis meses em madeira – entrar no ranking com 90 pontos. Nas palavras de Mark Squires é um vinho hilariante, arriscando mesmo a considerá-lo como o melhor feito até então. É fresco, leve e revela uma persistência no palato, onde exalta notas de fruta cítrica. 

Para além deste projecto, este é um casal que se destaca no Douro pelos seus percursos individuais: Olga Martins é CEO da Lavradores de Feitoria e Jorge Moreira enólogo da Real Companhia Velha e da Quinta de la Rosa, estando também, recentemente, envolvido num projecto no Dão."

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Boekenhoutskloof Syrah 2006 - O grande campeão

Pela contagem geral o Boekenhoutskloof Syrah 2006 foi o grande campeão da noite. Ele já havia vencido uma degustação de Syrah que promovemos anteriormente  e sagrou-se mais uma vez campeão numa prova de vinhos top's. Este está mais que testado e aprovado. O Boekenhoutskloof Syrah 2006 foi o primeiro vinho Sul-Africano que tivemos a oportunidade de degustar. Imaginem o que pensamos sobre os vinhos desta terra! Certamente não poderia haver começo melhor. Além da sua qualidade, o preço praticado aqui no Brasil é outro ponto forte. Pelos R$ 160,00 que custou dá até para falar em custo x benefício, já que se equipara qualitativamente a vinhos bem mais caros. Quando degustado apresentou cor rubi escuro, com halo apresentando um sutil atijolado. No nariz foi possível sentir frutas maduras, algum doce, madeira elegante e muito bem integrada, chá, chocolate e notas condimentadas. Na boca mostrou bom corpo, com taninos de qualidade, mas que ainda guardam uma sutil adstringência no retrogosto. Certamente pode alcançar mais alguma evolução em garrafa, embora possa ser degustado com muito prazer.
Classificação Vinho por 2: Excelente
País: África do Sul
Região: Franschhoek
Uva/Corte: Syrah
Teor alcoólico: 14,56%
Preço: R$ 160,00
Degustado em: 12 de novembro de 2011

Nicolás Catena Zapata 2005

No cômputo geral o Nicolás Catena Zapata 2005 ficou em segundo lugar, mas para nós ele merecia o primeiríssimo lugar. Trata-se de um vinho cuja marca principal é o equilíbrio. É complexo nos aromas, sem abusar da exuberância aromática e, na boca, consegue ser potente e ao mesmo tempo macio. Por isso, não há palavra melhor para resumi-lo, que não seja equilíbrio. Interessante como um vinho deste nível é excepcional desde jovem. Já havíamos degustado a safra 2007 (link) em nossa viagem para Mendoza e mesmo com toda juventude ele se saiu muito bem. O Nicolás Catena Zapata 2005 é composto de 78% Cabernet Sauvignon e 22% Malbec. O Cabernet Sauvignon vem dos vinhedos: La Piramide, Domingo e Adrianna. Enquanto o Malbec vem dos vinhedos: Adrianna e Nicasia. Ele amadureceu por 24 meses em barris novos de carvalho francês antes de ser engarrafado. Quando degustado apresentou cor rubi profundo com reflexos violáceos. No nariz foi possível sentir frutas escuras em compota, madeira muito bem integrada, noz moscada e uma nota mineral. Na boca mostrou-se encorpado, porém macio. Ainda tinha uma sutil adstringência no fim de boca. Sem dúvida vai evoluir em garrafa, embora esteja num bom ponto para degustação.
Classificação Vinho por 2: Excelente
País: Argentina
Região: Mendoza
Uva/Corte: 78% Cabernet Sauvignon e 22% Malbec.
Teor alcoólico: 14,60%
Preço: R$ 337,00
Degustado em: 12 de novembro de 2011

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Pisano Axis Mundi 2002

Fim de ano é sempre uma loucura. Começamos a falar sobre a nossa degustação dos melhores e ainda não conseguimos terminar! Além de outros temas que interromperam nossas postagens, no meio do percurso ainda tivemos alguns percalços como uma mão quebrada e uma gripe de deixar uma semana em cima de cama. Passados estes obstáculos, vamos retomar as postagens daquela degustação. Empatado em terceiro lugar com o Cortes de Cima, ficou o Pisano Axis Mundi 2002. Sem dúvida um grande exemplo do nível em que o Uruguai elevou a casta Tannat. Tanto é assim que ele recebeu nota 18,5/20 da famosa Jacins Robson. Sem dúvida ele tem toda tipicidade da Tannat, mostrando alguma rusticidade, mas com uma elegância aliada. Quando degustado apresentou cor rubi muito profundo, o mais escuro de todos os degustados, com sutil reflexo atijolado. No nariz mostrou um estilo mais austero, com notas de cedro, couro, frutas escuras e fumo. Na boca era denso e sólido. Os taninos estavam presentes com alguma adstringência, mas sem dúvida alguma eram de grande qualidade. Apesar de seus 09 anos de idade, ainda tem espaço para evoluir em garrafa pelos próximos 05 anos.
Classificação Vinho por 2: Muito Bom
País:Uruguai
Região: Canelones
Uva/Corte: Tannat
Teor alcoólico: 15,00 %
Preço: R$ 235,00 na Mistral
Degustado em: 12 de novembro de 2011
Link: Pisano

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Quem é quem 2011 - Vinho por 2 foi mencionado na lista de mais visitados do Brasil

O portal de vinhos Enoeventos publicou uma análise do tráfego recebido pelas páginas brasileiras de vinho na internet e, com muita felicidade, vimos que o nosso blog figurou na lista em 53º lugar. Pode não parecer uma posição tão expressiva, mas levando em conta que não temos qualquer patrocínio, atuamos de forma totalmente independente e, principalmente, por se tratar de um hobby, o resultado é bastante considerável. Outro ponto a ser observado é que na lista figuraram poucos blogs do norte/nordeste, de modo que em relação a estas regiões ficaríamos fácil num top 10. Assim, só nos resta agradecer a todos aqueles que têm acompanhado e interagido com o blog, reconhecendo a qualidade de nossas informações e do nosso trabalho, que é realizado com bastante paixão.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Cave Geisse Brut 2009 - CBE

Para o tema extra de fim de ano da Confraria Brasileira de Enoblogs, desta feita borbulhantes, vamos falar sobre o Cave Geisse Brut 2009, que sem dúvida alguma é um dos melhores espumantes nacionais. A Vinícola Geisse foi fundada em 1979 pelo engenheiro agrônomo e enólogo Mario Geisse, chileno que veio para o Brasil em 1976 contratado para dirigir a Moët & Chandon do Brasil. Trata-se de um corte de aproximadamente 70% de Chardonnay e 30% de Pinot Noir, que passa no mínimo 24 meses em contato com as leveduras, para um perfeito amadurecimento. Quando degustado apresentou cor amarelo palha com reflexos dourados. O perlage mostrou-se fino e abundante. No nariz foi possível sentir notas de tostado e um cítrico leve. Na boca mostrou boa acidez e cremosidade, com um sutil amargo no fim que não chegava a incomodar. A garrafa que degustamos para objeto de análise deste post nos pareceu um degrau abaixo daquilo que normalmente ele nos oferece. Por este motivo será classificado com bom (+), muito embora as outras garrafas que degustamos tenha apontado para uma classificação como muito bom.
Classificação Vinho por 2: Bom (+)
País: Brasil
Região: Pinto Bandeira - RS
Uva/Corte: 70% Chardonnay e 30% Pinot Noir
Teor alcoólico: 12,50 %
Preço: R$ 52,00 na Ingá
Degustado em: 28 de agosto de 2011 
Link: Cave Geisse

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Vinhos para a ceia de natal

Mais um Natal que se aproxima e, por isso, mais uma oportunidade de celebrar esta ocasião harmonizando vinhos com os pratos servidos na ceia. A quantidade de rótulos disponível no mercado é muito grande, o que pode causar confusão na hora de adquiri-los e principalmente hamonizá-los com os pratos que são tradicionalmente servidos na festejada noite. Por este motivo, o blog vai dar algumas  dicas de vinhos e harmonizações que podem ser realizadas na ceia Natalina, sem qualquer dificuldade.

Com as entrada da ceia  (frios, patês, torradas e pãezinhos), a harmonização mais universal pode ser feita com tintos mais leves e de menor complexidade (JP Azeitão e Hardys Stamp Cabernet/Merlot), assim como os espumantes (Casa Valduga Arte e Salton Ouro), que são verdadeiros curingas.

Claro que a situação não é tão simples assim, já que a harmonização dos queijos é sempre complicada e pode fugir a esta regra, pois um Brie vai bem com um branco encorpado, enquanto um Grana vai pedir um tinto encorpado. Para os mais detalhistas, vale lembrar que no ano passado, neste mesmo período, publicamos um post sobre harmonização com diversos queijos, o que pode ser conferido neste link.

Falando, ainda, das entradas, os patês também pedem a observação de seu principal ingrediente. Sendo ele, por exemplo, atum ou salmão, um vinho tinho não funcionaria, mas o espumante poderia desempenhar muito bem este papel. Lembrando que o mais importante é sempre respeitar o próprio paladar, realizando as harmonizações que mais agradam, independentemente de regras.

Seguindo para os pratos principais, a praxe é servir: 1) Peru, que poderia ser acompanhado por um tinto seco maduro com taninos contidos e acidez presente ou um branco encorpado. Como exemplo citamos o Muga Reserva (safra que não seja recente) ou um tinto de uva mais leve como o Salton Volpi Pinot Noir. Quanto aos brancos, poderiam se adequar bem à proposta o Fleur Du Cap Chardonnay e o Catarina (Bacalhôa); 2) Tender, que harmoniza com um tinto jovem frutado como o Alta Vista Malbec e Fleur Du Cap Cabernet; 3) Pernil, que casa bem com um tinto jovem e de taninos macios como o Concha y Toro Gran Reserva Ribeiras Carménère ou um branco encorpado como o Alta Vista Premium Chardonnay.

Além dos pratos acima mencionados, o bacalhau também é bastante apreciado e merece comentários mais específicos. Este peixe tem várias possibilidades  de harmonização, o que já foi tratado no blog e merece ser revisto no link  disponibilizado. Contudo, vamos ressalvar nossa opinião de que, em regra, os vinhos tintos tendem a ter um sabor metálico quando harmonizados com frutos do mar, por essa razão nossa recomendação para o bacalhau é de brancos encorpados, com boa garra e complexidade, como por exemplo o Esporão Private Selection e o Muros de Melgaço.

Encerrando a noite de Natal as sobremesas que normalmente se destacam são a rabanada,  o panetone e o bolo de frutas cristalizadas que harmonizam bem com vinhos passificados, de colheita tardia e o famoso Moscatel de Setúbal. Nossa indicação para este casamento é o Moscatel feito pela Bacalhôa, que pode ser encontrado na RM Express/Casa dos Frios por aproximadamente R$ 30,00.


Um feliz Natal, com saborosas harmonizações para todos.

Ps. Foto da mesa de fim de ano da querida Cris Mattos.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Quinta da Receita: Risoto de Camarão

A Quinta da Receita de hoje não é difícil de fazer, mas requer atenção especial em relação ao ponto do arroz, como em todo risoto. Este prato pede um vinho branco de bom nervo, o que infelizmente não era o caso do Escudo Rojo 2009, que está na foto ao lado. Ele mostrou bom corpo, mas uma acidez insuficiente para tornar a harmonização mais equilibrada. Talvez a sua passagem por barrica tenha contribuído para a diminuição da sua acidez. Para harmonizar com o risoto de camarão indicamos, numa primeira faixa de preço, o Alta Vista Chardonnay, que pode ser encontrado por volta de R$ 30,00. Quem estiver com o bolso mais folgado pode ir de Esporão Private Selection, desembolsando cerca de R$ 90,00. Trata-se de um rótulo de grande complexidade e aptidão gastronômica. Então, vamos colocar a mão na massa?!

Ingredientes: 
  • 400gr de camarões sem cabeça/casca, temperados com sal e pimenta;
  •  4 colheres de sopa de azeite;
  •  1 cebola picada;
  •  1 dente de alho amassado;
  •  1 tomate picado;
  •   1 e 1/2 Pimentões vermelhos, amarelos e verdes picados;
  •  2 xícaras de arroz árboreo;
  •  1/2 taça de vinho branco;
  •  1,5 litro de caldo de camarão ou de legumes para hidratar o risoto;
  •  100 gr. de champignon - se quiser;
  •  100 gr. de azeitonas - se quiser;
  •  1 pacote de parmesão ralado - faixa azul; 
  •  1 colher de sopa de manteiga;
  •  meia xícara de chá de coentro ou salsa picados.
Forma de preparo:

Tempere os camarões com sal e pimenta do reino moída. Aqueça o azeite e frite os camarões até que eles fiquem rosadinhos. Reserve. Na mesma panela onde fritou os camarões, coloque  a cebola e o alho, até que a cebola fique transparente. Após, acrescente os tomates e os pimentões picadinhos. Depois, coloque duas xícaras de chá de arroz arbóreo e mexa para refogar. Acrescente meio cálice de vinho branco seco (claro!) e deixe evaporar. Assim que evaporar comece a hidratar o risoto com o caldo de camarão (ou de legumes), concha por concha, sempre mexendo, até o arroz ficar al dente. Cuidado para não colocar muito caldo e deixar o risoto empapado demais. Acrescente os camarões fritos à panela do arroz e misture com cuidado. Acrescente também os champignons e azeitonas se quiser. Desligue o fogo, acrescente o queijo ralado e uma colher de sopa (rasa) de manteiga e mexa até derreter. Regule o sal. Adicione meia xícara de chá de coentro ou salsa picados. Sirva em seguida.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Cortes de Cima Reserva 2004

Dessa vez o Cortes de Cima Reserva não teve a mesma sorte da primeira degustação. O detalhe é que nesta prova o nível era bem mais alto e a safra degustada era outra. Na primeira disputa que o colocamos, o rótulo era da colheita 2003, desta feita era do ano de 2004. No cômputo geral ficou empatado com o Pisano Axis Mundi 2002, dividindo o terceiro lugar. São vinhos bem diferentes, mas cada um com suas qualidades. Quando degustado o Cortes de Cima 2004 apresentou cor rubi atijolado. No nariz foi possível sentir frutas vermelhas maduras, fumo, chá , cânfora e notas defumadas. Na boca mostrou-se encorpado, mas com taninos aveludados e alguma acidez. Ainda tem mais algum tempo pela frente, embora pareça estar no seu ápice. Quem tiver uma garrafa não exite em abrí-la. Esta mesma safra está sendo vendida na RM Express por R$ 192,00, podendo ser considerada uma barganha, já que seu preço médio no Brasil é de R$ 250,00 e em Portugal custa 60,00€.
Classificação Vinho por 2: Muito Bom
País: Portugal
Região: Alentejo
Uva/Corte: 52% Aragonês, 24% Touriga Nacional, 14% Syrah e 10% Cabernet Sauvignon 
Teor alcoólico: 14,00%
Preço: R$ 192,00
Degustado em: 12 de novembro de 2011
Link: Cortes de Cima

domingo, 11 de dezembro de 2011

Dicas de espumantes e vinhos para o fim do ano

Nesta época do ano muita gente nos procura pedindo dicas de vinhos para presentear ou degustar durante o Natal e o Réveillon. Por isso, resolvemos fazer uma lista de boas indicações em diversas faixas de preço. São vinhos tintos, brancos e, principalmente, os espumantes que estão em alta nesta época do ano. A nossa lista não poderia deixar de prestigiar os borbulhantes nacionais, que a cada ano reforçam a idéia de que o Brasil tem grande vocação para este tipo de vinho. Os rótulos indicados na lista abaixo podem ser encontrados facilmente aqui em Recife, por isso fizemos questão de colocar os locais onde podem ser comprados. Em relação aos preços, ressaltamos que pode haver pequenas variações nos valores apontados.
 
Champagne:

Piper Heidsieck - DLP - R$ 130,00
Laurent Perrier - DLP - R$ 150,00
Moët Chandon - DLP e RM Express - R$ 170,00
Veuve Clicquot - DLP e RM Express - R$ 195,00

Espumantes:
 
Casa Valduga Arte – DLP - R$ 25,00
Salton Ouro - RM Express - R$ 25,00
Rio Sol Brut - RM Express - R$ 25,00
Clube do Sommelier Brut – Supermercado Extra - R$ 25,00
.Nero - RM Express - R$ 30,00
Cave Geisse - Ingá - R$ 50,00
Casa Valduga 130 Anos - DLP - R$ 70,00
Chandon Excellence Cuvée Prestige - RM Express - R$ 90,00
Chandon  Excellence Rosé Cuvée Prestige -RM Express - R$ 90,00 
Maria Valduga - RM Express - R$ 118,00

Brancos:

Salton Volpi Sauvignon Blanc - RM Express - R$ 23,00
Alta Vista Premium Chardonnay – Casa dos Frios -R$ 30,00
Alta Vista Premium Torrontés – Casa dos Frios - R$ 30,00
Casillero del Diablo Chardonnay - RM Express - R$ 30,00
Catarina - RM Express - R$ 35,00
Fleur Du Cap Chardonnay – Supermercado Extra - R$ 35,00
Cartuxa - RM Express - R$ 50,00
William Cole Mirador Selection Sauvignon Blanc - Ingá - R$ 50,00
Esporão Reserva Branco - RM Express e Casa dos Frios - R$ 60,00
Esporão Private Selection - Casa dos Frios - R$ 90,00
Pêra Manca - RM Express/DLP - R$ 145,00


Tintos:

JP Azeitão - Casa dos Frios - R$ 20,00
Quinta de Cabriz - RM Express - R$ 22,00
Periquita - onipresente - R$ 25,00
Hardys Stamp Cabernet Merlot – DLP - R$ 25,00
Hardys Stamp Cabernet Shiraz – DLP - R$ 25,00
Alta Vista Malbec - Casa dos Frios - R$ 30,00
Fleur Du Cap Cabernet – Supermercado Extra - R$ 35,00
Vinha do Mouro - Casa dos Frios -  R$ 35,00
Duas Quintas - Casa dos Frios -  R$ 50,00
Concha y Toro Gran Reserva Ribeiras - RM Express - R$ 50,00
Alta Vista Terroir Selection - RM Express - R$ 60,00
Muga Reserva - RM Express/Casa dos Frios - R$ 85,00 
Tarapacá Etiqueta Negra - RM - R$ 85,00
Anwilka - Grand Cru - R$ 130,00
Pulenta Gran Malbec - Grand Cru - R$ 160,00
Malhadinha - Casa dos Frios - R$ 220,00

Ps. Foto: riquissimos.com.br

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Quinta da Pellada Touriga Nacional 2004

Dando seguimento às postagens da nossa 10ª degustação oficial, vamos falar do Quinta da Pellada Touriga Nacional 2004, que ficou na contagem geral com o quinto lugar, mas em nossa opinião poderia ter ficado pelo menos um posto acima. Por coincidência, pouco tempo depois, tivemos o prazer de conhecer Álvaro Castro, o que será objeto de outro post. Para os que gostam das pontuações atribuídas pela crítica especializada, cade mencionar que João Paulo Martins atribuiu nota 17,5 a este vinho e Jancis Robinson chegou a apontá-lo como o melhor tinto da região do Dão. Ele é produzido com as uvas do Carrocel, no anos em que o topo de gama não é feito. Quando degustado apresentou cor rubi com reflexo atijolado. Apesar dos sete anos de idade ainda estava bastante exuberante no nariz, mostrando aromas florais (violeta) bem característicos da cepa, frutas vermelhas em compota e madeira bem integrada. Na boca mostrou bom corpo e acidez, mostrando que ainda tem muito chão pela frente. Ainda bem que temos uma garrafa guardada na adega!
Classificação Vinho por 2: Muito bom
País: Portugal
Região: Dão
Uva/Corte: Touriga Nacional
Teor alcoólico: 13,00%
Preço: R$ 230,00
Degustado em: 12 de novembro de 2011
Link: Quinta da Pellada

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Quinta de Lemos - Jaen 2007

Uma grata surpresa que tivemos na prova de vinhos do Dão foi a Quinta de Lemos. Inclusive, cabe ressaltar, que a vinícola acertou em cheio na escolha de seu representante, o Sr. Eduardo Figueiral, que esbanjou simpatia, apresentando muito bem os vinhos. Que os importadores fiquem de olhos abertos! Esta Quinta ainda não tem representante no Brasil e os seus vinhos certamente vão fazer muito sucesso nas terras de cá. Segundo informações do site deste produtor, sua história começa no anos noventa, quando, Celso de Lemos Esteves decidiu adquirir uma quinta na zona onde nasceu, para produzir vinhos de elevada qualidade.

A Quinta de Lemos produz dois tipos de vinhos: varietais e vinhos de lote. Os varietais apenas são produzidos nos anos de colheita excepcional, enquanto os de corte são feitos todos os anos. Os vinhos da Quinta de Lemos são de um estilo mais concentrado que o habitual para a região, mas os taninos, ao passo que demonstram força, parecem ser feitos de veludo. O Jaen 2007 que degustamos também era concentrado, mas guardava bastante elegância. A garrafa da foto ao lado foi um prsente que recebemos do Sr. Eduardo Figueiral, ficando mais uma vez registrados os nossos agradecimentos. Por ser da safra 2007, mesmo ano em que nos casamos, vai ficar na adega para comemorarmos aniversário de casamento, alguns anos mais à frente. Quando degustado ele apresentou cor rubi com reflexos violáceos. No nariz foi possível perceber frutas vermelhas em compota, madeira presente, mas bem integrada e uma nota de pimenta do reino. Na boca era encorpado, mas muito macio. Sem dúvida um dos melhores da prova que participamos. Não percam os póximos posts, quando vamos falar de mais dois rótulos da Quinta de Lemos.
Classificação Vinho por 2: Muito bom  (+)
País: Portugal
Região: Dão
Uva/Corte: Jaen
Teor alcoólico: 14,50%
Preço:  € 16,00
Degustado em: 24 de novembro de 2011
Link: Quinta de Lemos

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Winebar - 05/12 às 20h00 - Lois Gruner Veltiner 2009 e Weingut Sonnenmuld Zweigelt 2008 - Vinhos da Áustria

No dia 05/12/11 às 20h00, vamos participar do próximo Winebar, que tem um tema bem interessante: vinhos austríacos. Quem estiver em uma unidade da federação que não esteja sob o horário de verão, deve ficar antenado para acompanhar o início dos trabalhos às 19h00. No último Winebar o trânsito de Recife quase não nos deixa chegar em tempo para a degustação. Para participar basta curtir a página do Winebar no facebook  ou acessar diretamente o site. O legal de acompanhar pelo facebook é a possibilidade de interagir com Kathrin Schreiner, que estará representando a The Special Wineries Áustria e a Weingut Sonnenmuld. Serão degustados os vinhos Lois Gruner Veltiner 2009 e Weingut Sonnenmuld Zweigelt 2008. Vale conferir e conhecer mais sobre vinhos austríacos no site da The Special Wineries Áustria (http://www.vinhosdaaustria.com.br/).

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Alta Vista Terroir Selection 2006 - CBE

O tema da Confraria de Enoblogs deste mês, Malbec argentino até R$ 70,00, além de interessante, trouxe uma reflexão. Há muitos vinhos que provamos com regularidade e ainda não postamos no blog. O Alta Vista Terroir Selection certamente é um deles. Um vinho de grande custo x benefício, que é difícil ser batido na sua faixa de preço. Apesar de ser um varietal Malbec, trata-se de um vinho de corte, resultado da seleção de vinho de quatro vinhedos distintos: Alizarine, Serenade, Albaneve e Temis. Sua composição muda a cada ano, dependo da safra. Ele repousa por doze meses em barris de carvalho francês, antes de ser engarrafado. Para os que gostam das pontuações, cabe lembrar que ele recebeu a unânime nota 91 de Robert Parker, Wine Spectator e da Revista Adega. A nossa garrafa, quando degustada, apresentou cor rubi profundo com sutil evolução. Estava tingindo a taça. No nariz foi possível sentir frutas negras em compota, madeira bem marcada e de qualidade, um toque de chocolate e notas florais ao fundo. Na boca era bastante concentrado, porém macio. Ainda mostrou boa acidez, indicando a possibilidade de acompanhar bem comida.
Classificação Vinho por 2: Muito bom e custo x benefício.
País: Argentina
Região: Mendoza
Uva/Corte: Malbec
Teor alcoólico: 14,50%
Preço: R$ 60,00/70,00 Casa dos Frios e RM Express 
Degustado em: 09 de outubro de 2010
Link: Alta Vista