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segunda-feira, 8 de maio de 2017

La Closerie de Camensac 2011

Trata-se do segundo vinho do Château Camensac, Cinquiémes Cru Classé de 1855, incluído entre as preciosidades do livro "1.000 Grandes Vinhos que não Custam uma Fortuna". No Château Camensac há 65 hectares de vinhas em solo de cascalho profundo, sendo compostas por Cabernet Sauvignon (60%) e Merlot (40%). São selecionadas para este segundo vinho uvas de videiras jovens e, ainda, aqueles lotes de vinho que não estejam dentro do espírito do primeiro vinho do Château. Quando degustado apresentou cor rubi. Nos aromas foi possível perceber frutas escuras como amoras e ameixas e alguma madeira. Os aromas eram menos intensos do que deveriam. Na boca tinha bom corpo, taninos ainda mostrando adstringência e uma persistência mediana. Ficou em quarto lugar.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: França
Região: Haut-Médoc
Uva/Corte: Merlot e Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 13,5% 
Preço: R$ 150,00
Degustado em: 05 de novembro de 2015

terça-feira, 14 de março de 2017

Napa Angel Cabernet Sauvignon 2006

Depois de fundar a Bodega Montes no Chile, responsável por vinhos como Montes Alpha e Montes Folly, além de seguir com projetos na Argentina como a Kaiken, o pioneiro Aurélio Montes resolveu seguir para a Califórnia, onde fundou a Napa Angel. O Napa Angel Cabernet Sauvignon 2006 passa por um processo de maceração a frio por 7 dias, seguindo por uma fermentação de 10 dias e após o final dessa etapa, a maceração ainda continua por mais 10 dias. Uma parte dele (45%) é amadurecida em barris novos de carvalho francês. Quando degustado apresentou cor atijolada com grande intensidade. Pela cor já era possível identificá-lo, pois a diferença de idade era grande em relação aos demais vinhos que participaram da degustação. Nos aromas percebemos tabaco, couro, café e notas defumadas. A frutas estava muito escondida. Na boca era bastante encorpado, com taninos presentes e com alguma adstringência. Foi o vinho que menos agradou. Estava muito evoluído nos aromas, embora na boca ainda se mostrasse vivo. Talvez tenha passado o seu melhor momento. Levou o último lugar da degustação de californianos.
Classificação Vinho por 2: Regular 
País: Estados Unidos 
Região: Napa Valley 
Uva/Corte: Cabernet Sauvignon 
Teor alcoólico: 14,50 % 
Preço: R$ 350,00 
Degustado em: 05 de março de 2016 
Link: Napa Angel

sábado, 14 de janeiro de 2017

La Concepción Syrah 2009

O tema da CBE de janeiro foi realmente inspirador e resolvemos desenterrar alguns vinhos "exóticos" que havíamos degustado, mas que não tinham sido postados no blog. Mais uma vez, por conta dos bons amigos que temos, pudemos provar este exemplar boliviano feito pela Bodega e Viñedos La Concepción. Na verdade ele é um corte de Syrah (85%) e Carbernet Sauvignon (15%), mas como a legislação dos países produtores de vinho da América do Sul, em regra, diz que havendo predominância de 85% de uma determinada uva, o vinho pode ser engarrafado como varietal, foi rotulado apenas como Syrah. Passou por um amadurecimento de 11 meses em carvalho francês. As vinhas que lhe dão origem têm idade média de 20 anos e estão situadas em altitudes que variam de 1750 até 2100 metros acima do nível do mar. Quando degustado apresentou cor atijolado com halo levemente laranja. Já mostrava bastante evolução aos 5 anos de idade, uma vez que foi degustado em 2014. Nos aromas as frutas vermelhas secas, que pudemos sentir, já se mostravam em segundo plano, predominando aromas como ervas secas, café e cedro. Na boca tinha corpo mediano, taninos já macios, acidez mediana e persistência na mesma linha. Valeu por ser uma curiosidade. Certamente foi provado quando já ultrapassado o ápice e, em outras condições, talvez pudesse ser considerado como bom.
Classificação Vinho por 2: Regular(+)
País: Bolívia
Região: (-)
Uva/Corte: Syrah (85%) e Carbernet Sauvignon (15%)
Teor alcoólico: (-)
Preço: (-)
Degustado em: 19 de abril de 2014

terça-feira, 2 de junho de 2015

Tasya's Reserve Cabernet Sauvignon 2011 - #CBE

Retomando as postagens da Confraria Brasileira de Enoblogs e obedecendo ao tema - vinho tinto de um país que nunca havia sido degustado - vamos falar de um vinho chinês! Esse foi importado diretamente pelo meu pai em recente viagem por lá. A fama dos vinhos chineses não é boa. Embora já estejam entre os maiores produtores do mundo, a qualidade é duvidosa. Infelizmente o exemplar degustado fez jus a fama e não agradou. Ele é um varietal de Cabernet Sauvignon que estagiou durante 14 meses em barris de carvalho francês, sendo 30% novo, 60% de primeiro uso e 10% de segundo uso. O nome do vinho é uma homenagem do fundador da vinícola à neta (Anas Tasya), que nasceu no ano em que o vinho foi lançado. No visual mostrou uma cor rubi. Nos aromas foi possível perceber aromas herbáceos com frutas vermelhas em segundo plano. Sem complexidade alguma. Na boca mostrou taninos magros e adstringentes. Numa descrição menos técnica, podemos dizer que o vinho era ralo. Esse vai levar um regular somente pelo trabalho que meu pai teve de trazer da China, senão levaria um ruim.
PS: A proposta incluía a harmonização com alguma comida típica. Não deu! Nesse dia eu e Anna estávamos ministrando nosso curso de vinho. Sorte dos grilos do meu prédio! 
Classificação Vinho por 2: Regular 
País:China
Região: Valle de Casablanca
Uva/Corte: Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 13,50%
Preço: R$ 100,00
Degustado em:  12 de maio de 2015

sábado, 1 de dezembro de 2012

Dal Pizzol Do Lugar Cabernet Franc 2011

Esse foi mais um dos vinhos degustados no Circuito Brasileiro de Degustação e será o post do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs, que teve como tema: Cabernet Franc do novo mundo até R$ 150,00. O nosso exemplar foi bem mais humilde e custa em média R$ 25,00. O que mais chamou nossa atenção em relação a este vinho foi o fato do produtor admitir a chaptalização, quando na descrição de elaboração disse: "As uvas foram desengaçadas adicionado levedura ativa e açúcar. Fermentou em temperaturas de 27 a 30 °C, sofreu remontagens regulares durante o período de maceração (5 dias). O mosto foi submetido a maceração mediana para se obter um bom equilíbrio de paladar, coloração e concentração de aromas. Após realizar a fermentação malolática, maturou por um período de 12 meses em tanques de madeira. Estabilizado, filtrado e engarrafado." Sem dúvida essa sinceridade é difícil de ser encontrada por aí. Quando degustado ele apresentou cor rubi claro. Nos aromas sentimos frutas vermelhas e notas herbáceas. Na boca era leve, sem muita persistência e com um amargor que incomodava no final. 
Classificação Vinho por 2: Regular 
País: Brasil
Região: Bento Gonçalves (Serra Gaúcha)
Uva/Corte: Cabernet Franc
Teor alcoólico: 13,00%
Preço: R$ 25,00
Degustado em: 19/09/12
Link: Dal Pizzol

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Charamba 2007


A Aveleda é uma empresa dirigida por mais de três séculos pela mesma família. Ela é a dona da marca Casal Garcia, que dá nome ao vinho branco mais vendido em todo mundo. Na década de 1990 foi iniciado o projeto da marca Charamba, que é uma dança tradicional portuguesa do século XIX. Esse vinho é produzido a partir das castas Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca e Touriga Nacional. Quando degustado apresentou cor rubi, sem maiores evoluções para um vinho dessa faixa de preço e que tem cinco anos de idade. Nos aromas foi possível sentir frutas vermelhas, um toque vegetal e uma nota doce. Na boca mostrou corpo médio, acidez pronunciada e retrogosto rápido/mediano. Um vinho regular, mas que para sua faixa de preço poder ser classificado como bom (-).
Classificação Vinho por 2: Regular 
País: Portugal
Região: Douro 
Uva/Corte: Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca e Touriga Nacional
Teor alcoólico: 13,00%
Preço: R$ 20,00 (aproximadamente), na RM Express
Degustado em: 08 de junho de 2012
Link: Aveleda


quarta-feira, 27 de junho de 2012

Mateus Rosé

Esse está no livro 1001 vinhos para beber antes de morrer e não é difícil de colocar na bagagem, já que custa pouco mais de R$ 20,00. A história do Mateus Rosé tem início em 1942, quando foi criado por Fernando Van Zeller Guedes. Sua garrafa foi inspirada nos cantis utilizados pelos soldados na primeira guerra mundial e o seu rótulo remete ao local de seu nascimento, o Palácio de Mateus, que é um solar barroco próximo à cidade de Vila Real. Segundo informações do site do produtor, há uma estimativa de que já tenham sido comercializadas mais de um bilhão de garrafas do Mateus Rosé. O livro 1001 vinho define muito bem o Mateus Rosé quando diz que ele não é: "nem seco nem doce, nem tinto nem branco, nem pesado nem leve, nem efervescente nem tranquilo, o vinho pode ser bebido sem acompanhamento, com pratos saborosos ou com uma sobremesa." Apesar dessa dificuldade para defini-lo, quando o degustamos pudemos constatar que ele apresentou cor salmão bem clarinho. Nos aromas se mostrou inexpressivo, lembrando uma fruta vermelha ao fundo. Na boca mostrou uma acidez bem marcada e alguma efervescência. Essa acidez o salva de ser classificado como ruim. Sem dúvida o seu ponto fraco é a inexpressividade aromática.
Classificação Vinho por 2: Regular 
País: Portugal
Região: Bairrada/Douro 
Uva/Corte: Baga, Rufete, Tinta Barroca e Touriga Franca
Teor alcoólico: 11,00%
Preço: R$ 20,00 (aproximadamente)
Degustado em: 08 de abril de 2012
Link: Mateus Rosé

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Ruffino Chianti 2008



O Ruffino Chianti é uma boa opção para quem quer "passear" pela Itália, sem gastar muito. Quem for comprá-lo deve ficar de olho na safra, evitando adquirir garrafas com mais de dois anos de idade, pois ele não aguenta envelhecimento. Recentemente tivemos a oportunidade de provar um exemplar com três anos e ele já mostrava fortes sinais de cansaço. O melhor seria abrir o bolso um pouco mais e comprar um Bellosguardo Chianti, que apesar de um pouco mais caro é bastante superior. O Ruffino Chianti, antes de ser engarrafado, passou por um estágio de quatro meses em tanques de aço inoxidável e concreto, sem haver contato com madeira, o que lhe trasmitiu maior frescor. Quando degustado, apresentou cor rubi claro com reflexos atijolados. Nos aromas verificamos fruta vermelha seca e sutil nota floral. Na boca corpo leve, boa acidez, aptidão gastronômica para pratos leves.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: Itália 
Região: Toscana 
Uva/Corte: Sangiovese (75%) e outras
Teor alcoólico: 12,50%
Preço: R$ 35,00 na Casa dos Frios
Degustado em: 05 de novembro de 2010
Link: Ruffino

quarta-feira, 14 de março de 2012

Pizzato Reserva Cabernet Sauvignon 2006

Somos defensores dos vinhos nacionais, sabemos de suas suas limitações, mas temos que reconhecer suas qualidades. No campo dos tintos temos como bons exemplos o Salton Talento, o Miolo Lote 43, o Casa Valduga Storia e até mesmo o Paralelo 8, produzido no Vale do São Francisco, mais precisamente em pleno calor do sertão pernambucano. Tratando dos espumantes, nossa verdadeira vocação, a lista é muito maior e seria preciso um post específico para tratar do assunto. Podemos nos arriscar a dizer que somos os melhores da América do Sul e que os chilenos e argentinos estão atrás. Infelizmente, o Pizatto Reserva Cabernet Sauvignon 2006 não se saiu muito bem na nossa taça. Quando degustado apresentou cor rubi escuro sem evolução. Nos aromas foi possível perceber frutas maduras, chocolate e, com o tempo em taça, surgiu uma nota terrosa. Na boca tinha bom corpo, final adstringente e um amargor que incomodava. Melhor nos aromas do que na boca. Este vai ficar com um regular.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: Brasil
Região: Bento Gonçalves 
Uva/Corte: Cabernet Sauvignon 
Teor alcoólico: 13,50%
Preço: Aproximadamete R$ 40,00
Degustado em: 24 de setembro de 2011
Link: Pizzato

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Mumm Brut

Cumprindo a nossa promessa de postar mais sobre os espumantes que estão sempre tão presentes em nosso dia a dia, vamos falar deste borbulhante produzido na Argentina. Trata-se de mais um braço do grupo francês Pernod Ricard na terra dos hermanos, a exemplo de outros nomes argentinos como Graffina, Etchart, Colón, Santa Silvia e Balbi, que também lhe pertencem. Quando degustado apresentou cor amarelo claro com tons esverdeados, perlage abundante de tamanho médio, com movimentos irregulares. Nos aromas foi possível sentir notas florais e de mel. Na boca tinham boa cremosidade, sendo que no retrogosto havia um contraste entre uma nota doce (para um espumante denoninado como brut) e um leve amargor no fim.  Não há dúvidas de que o Mumm Brut, quando comparado com espumantes nacionais da mesma faixa de preço, leva um verdadeiro banho. Mais um exemplo que ratifica a superioridade dos espumantes brasileiros em relação aos argentinos.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: Argentina
Região: San Rafael
Uva/Corte: Chardonnay e Pinot Noir 
Teor alcoólico: 12,50%
Preço: R$ 30,00
Degustado em: 24 de novembro de 2011
Link: (---)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Matilda Plains Cabernet/Shiraz 2009

Em uma degustação de syrah/shiraz que realizamos já faz algum tempo, tivemos a oportunidade de degustar o Selkirk Shiraz, da mesma vinícola, o qual nos agradou bastante naquela oportunidade. Infelizmente o mesmo não aconteceu em relação ao Matilda. Trata-se de um corte de Cabernet Sauvignon (64%), Shiraz (24%) e Merlot (12%), com passagem de 10 meses por barricas de carvalho. O nosso exemplar, quando degustado, apresentou cor rubi sem evolução. Nos aromas foi possível sentir frutas vermelhas frescas e notas herbáceas que lembravam grama cortada. Na boca tinha acidez presente, taninos com certa adstringência e, por incrível que pareça, um leve salgado! Nunca havíamos experimentado esta sensação antes. Ficamos curiosos e procuramos na internet avaliações sobre este mesmo vinho. Encontramos blogueiro que teve a mesma impressão, pelo menos não foi loucura nossa! Este vinho ainda precisa de algum tempo em garrafa, para com sorte, evoluir positivamente.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: Austrália
Região: Langhorne Creek
Uva/Corte: Cabernet Sauvignon (64%), Shiraz (24%) e Merlot (12%),
Teor alcoólico: 14,50%
Preço: R$ 60,00
Degustado em: 10 de outubro de 2010
Link: Bremerton

sábado, 21 de janeiro de 2012

Tabalí Reserva Sauvigon Blanc 2008

Este Sauvignon Blanc é produzido pela Viña Tabalí, que começou suas primeiras plantações em 1993 no Valle del Limarí, o qual tem grande proximidade com o deserto de Atacama e fica localizado a apenas 29 quilômetros de distância do oceano Pacífico. Esta região mais quente, também é bastante conhecida pela sua produção de pisco e muito se questionava na década de 90, sobre sua capacidade de produzir bons vinhos. O fato é que a discussão foi superada com os bons resultados obtidos por vinícolas que têm atuado na região. Contudo, o Tabalí Reserva Sauvignon Blanc 2008, não nos parece exemplificar a qualidade da região. Investindo um pouco mais que os R$ 42,00 cobrados pela Grand Cru, dá para degustar vinhos bem melhores, como o William Cole e o Amayna. Quando degustado apresentou cor amarelo esverdeado claro. No nariz foi possível sentir notas cítricas, sem maiores complexidades. Um vinho simples aromaticamente falando. Na boca mostrou boa acidez, porém um corpo muito leve e retrogosto sem muita persistência.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: Chile
Região: Valle del Limarí
Uva/Corte: Sauvignon Blanc
Teor alcoólico: 13,5%
Preço: R$ 42,00 na Grand Cru
Degustado em: 30 de julho de 2010

sábado, 29 de outubro de 2011

Terranova Reserva 2006

Apesar da temperatura do Vale do São Francisco não ser a mais adequada para a produção de vinhos tintos, acreditamos que alguns exemplares conseguem se destacar, a exemplo dos vinhos da Rio Sol. A Miolo ainda não conseguiu chegar a este nível com o seu Terranova Reserva 2006, que é produzido na Vinícola Ouro Verde, situada no município de Casa Nova na Bahia. Segundo informações do site da Miolo, na Ouro Verde já havia uma vinícola com mais de 20 anos que foi totalmente reformada e ampliada. O Terranova Reserva é um corte de 50% Cabernet Sauvignon e 50% Shiraz, que envelheceram durante 08 meses em barris de carvalho americano. O vinho quando degustado apresentou cor rubi, demonstrando alguma evolução. Nos aroma foi possível sentir frutas vermelhas, pimentão e um toque de pimenta do reino. A madeira, dos barris de carvalho americano, não se fez presente. Na boca mostrou corpo e persistência medianos. Merece uma nova prova para ver como estão as safras mais recentes.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: Brasil
Região: Vale do São Francisco
Uva/Corte: Cabernet Sauvignon 50% e Shiraz 50%
Teor alcoólico: 13,00%
Preço: R$  20,00
Degustado em: 09 de abril de 2009

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Rapariga da Quinta 2006

Certamente um dos vinhos alentejanos mais conhecidos aqui no Brasil. Trata-se de um projeto pessoal do renonomado enólogo Luis Duarte, que é responsável por vários dos melhores vinhos do Alentejo, como por exemplo Herdade dos Grous Reserva, Marias da Malhadinha, Quinta do Mouro Rótulo Dourado, dentre muitos outros. Já tivemos a oportunidade de conversar diretamente com ele no evento Wines of the World. Este é o rótulo mais básico dessa linha, sendo um vinho de bom custo benefício. Antes do engarrafamento passou por um estágio de 06 meses em barris de carvalho americano e francês. Quando degustado apresentou cor rubi com halo a demonstrar alguma evolução. No nariz o álcool estava um pouco aparente. Foi possível perceber a presença de frutas vermelhas, com destaque para cereja e uma nota amadeirada que estava bem integrada. Na boca os taninos se mostraram leves e havia a presença de uma acidez que estava um pouco acima do ideal. Talvez a garrafa degustada não estivesse em sua melhor forma. Depois vamos comentar o 2008 que nos pareceu bastante superior.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: Portugal
Região: Alentejo
Uva/Corte: Aragonês, Trincadeira e Alicante Bouschet
Teor alcoólico: 14,00%
Preço: R$  26,00
Degustado em: 09 de maio de 2010
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Alta Vista Rosé Malbec 2007 - CBE

Depois da degustação de Malbecs, ainda não tivemos tempo de sequer passar a limpo todas as anotações realizadas. Inclusive, faltou tempo até para o post do tema da Confraria de Enoblogs deste mês, vinho rosé até R$ 100,00,  o que está sendo corrigido agora. Até o final de semana devemos iniciar os comentários dos malbecs provados, que não decepcionaram de forma alguma. E já que estamos falando tanto em  Malbec, vamos postar um rosé feito com ela e que tem um preço bem acessível, sendo facilmente encontrado em Recife. Temos que confessar que vinhos rosé não são a  nossa praia e talvez as nossas preferências tenham influenciado na avaliação deste vinho. Outro ponto que deve ser levado em consideração é que o produtor indica o consumo deste vinho em um período máximo de dois anos. O exemplar degustado estava com três, caminhando para o quarto ano. No visual ele se mostrou rubi claro, com uma cor até mais intensa que o habitual para um rosé. No aroma foi possível perceber uma nota direta de cereja. Na boca mostrou-se leve, com certo amargor e com uma ponta alcoólica.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: Argentina
Região: Mendoza
Uva/Corte: Malbec
Teor alcoólico:  13,5%
Preço: R$  20,00 
Degustado em: 17 de setembro de 2010

Link: Alta Vista Rosé Malbec

sábado, 22 de janeiro de 2011

Santa Helena Reservado Cabernet Sauvignon 2009

Resolvemos degustar um vinho que fazia muito tempo que não degustávamos, para conferir se ele realmente atende às expectativas em sua faixa de preço, servindo ao paladar daqueles que estão começando sua iniciação no mundo  do vinho - Santa Helena Reservado. Para os que já tem alguma litragem, certamente a experiência não será das mais prazeirosas. Pudemos constatar que seu corpo bem leve e com pouca presença de taninos, atende bem àqueles que estão deixando os tintos suaves para começar sua aventura no campo dos secos. Um vinho sem grandes virtudes ou defeitos graves, o que o torna uma bebida fácil e descomplicada. No visual apresentou cor rubi claro sem evolução. No nariz aromas de frutas vermelhas, com uma framboesa bem evidenciada. Na boca o seu corpo era leve com pouca persistência. Certamente um vinho interessante para os que estão começando ou para os tempos de grana curta. Nós preferimos colocar mais R$ 5,00 e levar um Salton Volpi Cabernet Sauvignon ou Merlot para casa. Vale a dica!
Classificação Vinho por 2: Regular
País:Chile
Região: Vale Central
Uva/Corte: Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico:  13,00%
Preço: R$ 13,90 na RM Express
Degustado em: 29 de maio de 2010
Link: Santa Helena

sábado, 18 de dezembro de 2010

BenMarco 2008

O penúltimo colocado da noite foi o BenMarco 2008, sobre o qual pairaram algumas dúvidas quanto à conservação da garrafa, já que apresentou algumas notas químicas que não agradaram os participantes e que poderiam sinalizar defeito.  Este vinho recebeu pontuação 89 da Wine Spectator e 88 de Robert Parker, pelo que se criou uma expectativa a seu respeito que não se confirmou na degustação. Repousou por 11 meses  em barricas de carvalho francês (50% ) e carvalho americano (50%), tratando-se de um vinho que tem um pequeno percentual de Merlot (10%). em sua composição. No visual  mostrou-se rubi profundo com leve reflexo violeta e halo de evolução sutil. No nariz a madeira estava bastante presente, numa fusão com aromas de  frutas escuras maduras. Após um tempo em taça, alguns dos confrades sentiram notas de café e um aspecto químico que lembrava remédio (?) . Na   prova gustativa apresentou bom corpo e alguma doçura, que contrastava com taninos que ainda estão por amaciar.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: Argentina
Região: Mendoza
Uva/Corte: Cabernet Sauvignon 90% e Merlot 10%
Teor alcoólico: 14,00%
Preço: R$80,00 na Wine.com
Degustado em: 20 de novembro de 2010
Link: BenMarco 2008

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Errazuriz Max Reserva Cabernet Sauvignon 2007

Iniciando as postagens sobre a degustação de Cabernet Sauvignon, vamos falar sobre o Errazuriz Max Reserva Cabernet Sauvignon 2007,  que ficou em último lugar de acordo com a votação realizada pelos participantes do encontro.  Trata-se, em verdade, de um vinho de corte que tem Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Petit Verdot e Shiraz, em sua composição, mas que por força da legislação sobre o tema, pode ser rotulado apenas como Cabernet Sauvignon, do qual tem uma parcela correspondente a 91% do total. Segundo informações do site do produtor, o vinho foi envelhecido parcialmente por 12 meses em barris de carvalho de primeiro uso (44,5%), sendo 60% francês e 40% americano. Para os que apreciam as pontuações atribuidas pelos críticos,  vale a informação de que a safra 2007 recebeu pontuação 86 de Robert Parker. No visual apresentou cor rubi com algum reflexo atijolado (precoce para sua idade). No nariz  destaque para fruta vermelha, nota herbácea e algo químico (borracha). Na boca mostrou bom corpo e persistência (não era o mais encorpado dos que estavam em prova),  com um incômodo amargor no retrogosto
Classificação Vinho por 2:Regular
País: Chile
Região: Aconcagua
Uva/Corte: Cabernet Sauv. 91%, Cabernet Franc 6%, Petit Verdot 2% e Shiraz 1%.
Teor alcoólico: 14,00%
Preço: R$74,63 (Vinci)
Degustado em: 20 de novembro de 2010
Link: Errazuriz Max Reserva Cabernet Sauvignon 2007

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Tannat Viejo Stagnari 2007

Sabe aquele vinho que todo mundo fala super bem e quando você prova pensa examente o contrário? Esse foi  o nosso caso em relação ao Tannat Viejo da Stagnari, que em seu contrarrótulo vem com uma listagem dos inúmeros prêmios que ganhou. Já havíamos degustado o Tannat Premier que é a linha mais básica da vinícola, numa degustação da uva Tannat, onde figuraram vinhos como: Amat 2004, Axis Mundi 2002, Carrau Reserva 2004 e o Catamayor Reserva de la Familia 2005. Tudo bem que isso foi uma injustiça, já que o nível dos concorrentes era muito mais elevado. Lembramos que naquela ocasião o vinho se mostrou extremamente herbáceo e desagradou a todos que estavam presentes no evento. Por essa razão, sempre tivemos vontade de dar uma nova chance aos vinhos produzidos pela Stagnari, desta vez com o Tannat Viejo que está um nível acima. Infelizmente o vinho não correspondeu às nossas expectativas, sendo uma nova decepção. No exame visual ele apresentou cor rubi escuro com tons violáceos. No exame olfativo tinha uma madeira bem marcada lembrando cânfora, frutas negras, notas de chocolate e o álcool um pouco aparente, tudo num estilo mais fechado. Na boca mostrou bom corpo, bastante adstringência e um incômodo amargor em seu retrogosto. No nariz o vinho chega a ser agradável, mas na boca ...
Classificação Vinho por 2: Regular
País:Uruguai
Região: Salto
Uva/Corte: Tannat
Teor alcoólico: 14,00%
Preço: R$ 50,00 na RM Express
Degustado em: 22 de outubro de 2010
Link: Tannat Viejo Stagnari

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Resalso 2004

Abrindo os comentários sobre os vinhos espanhóis degustados, vamos falar sobre o Resalso 2004 que foi uma verdadeira decepção para nós, pois já havíamos degustado em uma ocasião anterior e ele havia nos agradado bastante. Quando o degustamos a primeira vez, mais ou menos um ano atrás, o vinho nos pareceu totalmente diferente daquilo que mostrou na última degustação realizada, com um fruta bem viva e bastante agradável. Não achamos que a garrafa estivesse com defeito, mas fica sempre a dúvida e a vontade de arriscar uma nova garrafa para fazer o tira-teima. Achamos que o fato de ter sido degustados com outros rótulos tenha sido, em verdade, o fator decisivo para mostrar efetivamente em que patamar ele se encontra. De toda sorte o veredicto foi unânime, sendo apontado como o último colocado por todos os participantes. Ele apresentou cor rubi escuro com reflexos atijolados, aparentando ser o mais evoluído de todos, no nariz se destacaram os aromas de frutas secas, um herbáceo que indicava chá, notas de café e madeira presente. Na boca era o mais concentrado de todos, ainda adstringente apesar da aparente evolução e com um amargor no final que incomodava.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: Espanha
Região: Ribera del Duero
Uva/Corte: Tempranillo
Teor alcoólico: 14,00%
Preço:50,00 RM Express e Casa dos Frios
Degustado em: 02 de outubro de 2010