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quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Vinã Doña Dolores Gran Reserva - #CBE

O tema de janeiro da Confraria Brasileira de Enoblogs foi escolhido pelo colega Victor Beltrami do blog Balaio do Victor, que sugeriu a prova de um vinho de um país de nunca havíamos experimentado. Ano passado um grande amigo foi ao México e nos presenteou com um espumante de lá, que tem um dos nomes de Anna (Dolores). As anotações já estavam feitas e como ainda não tínhamos postado, vamos considerar que o tema foi obedecido, afinal, não é todo dia que se prova vinho mexicano aqui no Brasil. O  espumante Viña Doña Dolores Gran Reserva é produzido pela Finca Sala Vivé, uma empresa do grupo Freixenet. A vinificação é feita pelo método tradicional e para o vinho base são utilizadas as uvas Macabeo, Chardonnay e Chenin Blanc. Quando degustado apresentou cor amarelo palha. No nariz foi possível perceber frutas brancas e notas florais, acompanhadas de sutis toques tostados e de panificação. Na boca mostrou boa estrutura, cremosidade e perlage fino. Um bela surpresa do México.
Classificação Vinho por 2: Bom (+)
País: México
Região: Querétaro
Uva/Corte: Macabeo, Chardonnay e Chenin Blanc
Teor alcoólico: 12,0% 
Preço: (-)
Degustado em: 28 de maio de 2016 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Salton Prosecco 2013

Esse rótulo foi degustado durante o Winebar promovido no dia 10 de dezembro de 2013. Foi uma grata surpresa, já que mostrou ótima qualidade por um preço muito competitivo - algo em torno de R$ 30,00. Nessa faixa de preço vai ser difícil encontrar um Prosecco que seja melhor. Ele foi elaborado 100% com a uva que lhe concede o nome, sendo o vinho base fermentado numa temperatura de 17ºC com leveduras selecionadas durante um mês. A segunda fermentação ocorreu pelo método Charmat durante aproximadamente um mês e meio, a uma temperatura de 12ºC. Quando degustado apresentou cor amarelo esverdeado muito claro. Nos aromas foi possível perceber sutis notas cítricas e florais (flores brancas). Na boca mostrou boa acidez, sem demonstrar um amargor no fim de boca que é muito característico em alguns exemplares desse tipo. Não há dúvidas que é um vinho de ótimo custo x benefício.  
Classificação Vinho por 2:Bom (+)
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha
Uva/Corte: Prosecco
Teor alcoólico: 12,00% 
Preço: R$ 30,00
Degustado em: 10 de dezembro de 2013  
Link:Salton

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Bianchi Extra Brut 2006 harmonizado com a música The Days of Wine and Roses # WINEBAR


A Wines of Argentina em parceria com o Winebar lançou um concurso cultural completamente inovador, proporcionado a oportunidade de harmonizarmos vinhos com música. Cada blog participante recebeu dois vinhos para serem harmonizados com uma das cento e quinze músicas escolhidas pela comissão organizadora. A primeira harmonização a ser postada pelo Vinho por 2 é a do espumante Bianchi Extra Brut 2006 com a música The Days of Wine and Roses. Este espumante tem a complexidade das situações narradas na música com o qual foi harmonizado, além daquelas vivenciadas no filme que leva o mesmo nome. A música e o vinho possuem um estilo clássico, o que torna a harmonização por semelhança ainda mais certeira. A sua cor amarelo com reflexos dourados lembra os momentos de "ouro" vividos pelos personagens relatados na música. O seu pérlage fino, abundante e elegante é uma verdadeira alusão às pérolas que também simbolizam os dias de glória narrados na canção. Com seus aromas de panificação, tostado, nozes e frutas maduras, a paleta aromática deste vinho é de uma complexidade que faz jus à interpretação incomparável de Julie London. Na boca esse espumante mostrou acidez, persistência e cremosidade que também fariam Dom Pérignon dizer que estava bebendo estrelas. Certamente estrelas do calibre da intérprete da música (Julie London) e dos principais atores do filme (Jack Lemmon e Lee Remick). Por fim, não podemos deixar de lembrar que em que pese o filme homônimo ser um drama, esta música, vencedora do Oscar em 1963, remete a lembranças que só um belo vinho consegue trazer à tona. É certo que a vida nem sempre é feita de "dias de vinho e rosas", por isso um espumante complexo como o Bianchi Extra Brut tem a mesma versatilidade do champagne, descrita por Lili Bollinger, da Maison Bollinger: “Bebo Champagne quando estou alegre e quando estou triste. Às vezes, bebo Champagne quando estou só. Quando estou acompanhada, considero-a obrigatória. Eu a beberico se não estou com fome e a bebo se estou. Caso contrário, eu nunca toco em Champagne. A não ser que esteja com sede.” Então, a harmonização de Bianchi Extra Brut 2006 com a música The Days of Wines and Roses é mais que perfeita. É um verdadeiro deleite. 
Classificação Vinho por 2:Excelente
País: Argentina
Região: Mendoza
Uva/Corte: Chardonnay e Pinot Noir

Teor alcoólico: 12,50% 
Preço: R$ 70,00
Degustado em: 04 de janeiro de 2013  
Link:Bianchi

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Cave Pericó Champenoise Nature 2010

Retomando as postagens dos vinhos que mais nos agradaram no Circuito Brasileiro de Degustação, vamos falar do Cave Pericó Champenoise Nature, que foi um dos melhores espumantes degustados naquela oportunidade. Trata-se de um espumante produzido com um inusitado corte de 45% Cabernet Sauvignon, 35% Merlot e 30% Chardonnay, elaborado através do método tradicional, no qual a segunda fermentação se dá em garrafa e que permaneceu por 1 ano e 6 meses em contato com as leveduras. Quando degustado apresentou cor amarelo claro com reflexos dourados. O perlage era fino e abundante. Nos aromas foi possível perceber aromas de panificação e notas tostadas e frutas brancas ao fundo. Na boca mostrou boa cremosidade e acidez.
Classificação Vinho por 2: Muito Bom 
País: Brasil
Região: São Joaquim 
Uva/Corte: 45% Cabernet Sauvignon, 35% Merlot e 30% Chardonnay
Teor alcoólico: 12,50%
Preço: R$ 55,00
Degustado em: 12 de setembro de 2013 
Link: Pericó

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Mumm Brut

Cumprindo a nossa promessa de postar mais sobre os espumantes que estão sempre tão presentes em nosso dia a dia, vamos falar deste borbulhante produzido na Argentina. Trata-se de mais um braço do grupo francês Pernod Ricard na terra dos hermanos, a exemplo de outros nomes argentinos como Graffina, Etchart, Colón, Santa Silvia e Balbi, que também lhe pertencem. Quando degustado apresentou cor amarelo claro com tons esverdeados, perlage abundante de tamanho médio, com movimentos irregulares. Nos aromas foi possível sentir notas florais e de mel. Na boca tinham boa cremosidade, sendo que no retrogosto havia um contraste entre uma nota doce (para um espumante denoninado como brut) e um leve amargor no fim.  Não há dúvidas de que o Mumm Brut, quando comparado com espumantes nacionais da mesma faixa de preço, leva um verdadeiro banho. Mais um exemplo que ratifica a superioridade dos espumantes brasileiros em relação aos argentinos.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: Argentina
Região: San Rafael
Uva/Corte: Chardonnay e Pinot Noir 
Teor alcoólico: 12,50%
Preço: R$ 30,00
Degustado em: 24 de novembro de 2011
Link: (---)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Espumante Miolo Brut

Em ritmo de carnaval, nada melhor que postar um espumante. Essa bebida tem cara de festa, muito embora também sirva para ocasiões sérias, já que se trata de um vinho curinga, sendo capaz de acompanhar todos os passos de uma refeição, a depender do cardápio. Como a ocasião pede algo mais leve e refrescante, vamos falar do Miolo Brut, que pode cair muito bem com o calor do carnaval. Ele é elaborado pelo processo clássico (Champenoise) de fermentação na própria garrafa e envelhecido por um ano sobre as leveduras da fermentação, o que neste caso agregou qualidade sem torná-lo pesado. Trata-se de um corte de Chardonnay e Pinot Noir. Quando degustado apresentou cor amarelo esverdeado bem clarinho. O perlage era de tamanho médio e pouco persistente (pelo menos na garrafa que compramos). Nos aromas tinha um leve cítrico, notas de maçã verde e uma nota doce sutil. Na boca média cremosidade, denotando o seu estilo mais leve.
Classificação Vinho por 2: Bom 
País: Brasil
Região: Bento Gonçalves 
Uva/Corte: Pinot Noir e Chardonnay 
Teor alcoólico: 11,50%
Preço: R$ 30,00
Degustado em: 02 de outubro de 2010
Link: Miolo

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Rio Sol Brut 2008

Quando fizemos o balanço do blog do ano de 2011 percebemos um detalhe: Os espumantes que degustamos praticamente não estão sendo postados! E olhem que até possuímos uma boa litragem nos borbulhantes. Grande prova disso foram as indicações que fizemos para as festas de fim de ano. Por isso, como em todo novo ano que começa, já fizemos nossa primeira promessa blogueira para 2012: Postar com maior frequência o estilo de vinho que nossa pátria tem maior vocação. Então, vamos começar falando de um espumante feito aqui em Pernambuco, o Rio Sol Brut. Curiosamente, trata-se de um Blanc de Noirs (espumante branco feito de uvas tintas sem a casca), elaborado com a uva Syrah. No visual se mostrou bem claro, quase incolor. O perlage era de tamanho médio e em boa quantidade. No nariz foi possível sentir um leve cítrico e notas de mel. Na boca tinha boa cremosidade e um leve amargor no fim. Um espumante fácil de degustar e agradar, mas que vai ficar no bom menos.
Classificação Vinho por 2: Bom (-)
País: Brasil
Região: Vale do São Francisco
Uva/Corte: Syrah
Teor alcoólico: 12,00 %
Preço: R$ 23,00 na RM Express
Degustado em: 10 de agosto de 2010
Link: Rio Sol

domingo, 15 de janeiro de 2012

Casa Valduga Arte Brut 2010

Começando a cumprir nossa promessa de 2012: Postar os espumantes que degustamos com tanta frequência! Vamos falar hoje sobre o Casa Valduga Arte. Um espumante de custo x benefício imbatível. Dessa vez aproveitamos uma promoção da Empório Recife e pagamos exatos R$ 17,99 por cada garrafa. Trata-se de um espumante produzido pelo método tradicional (segunda fermentação na garrafa), com um corte de Chardonnay (60%) e Pinot Noir (40%), que descansa durante 12 meses sobre as leveduras, garantindo maior complexidade à bebida. Esse exemplar nos pareceu mais leve, em relação às outras safras que havíamos degustado. Talvez uma mudança de estilo ou uma diferença natural do vinho base que se conseguiu produzir. Quando degustado apresentou cor amarelo bem claro e perlage abundante e de tamanho médio, com ótima persistência. Nos aroma foi possível sentir frutas brancas, um cítrico e panificação bem ao fundo. Na boca mostrou-se leve, mas com boa acidez e ótima cremosidade.
Classificação Vinho por 2: Bom (+)
País: Brasil
Região: Bento Gonçalves
Uva/Corte: Chardonnay (60%) e Pinot Noir (40%)
Teor alcoólico: 11,50%
Preço: R$ 25,00 (em média)
Degustado em: 15 de janeiro 2012

domingo, 8 de janeiro de 2012

Almadén Brut

Havíamos lido uma crítica sobre este espumante numa revista especializada e ficamos curiosos com a avaliação positiva que ele recebeu. Não parecia muito provável que um vinho da Almadén pudesse ter alguma qualidade. Puro preconceito! Depois que a Miolo adquiriu a Almadén, parece que os vinhos desta linha deram um verdadeiro salto qualitativo. Um grande exemplo é este espumante. A Vinícola Almadén está instalada na Região da Campanha Gaúcha, situada bem ao paralelo 31º Sul em uma altitude de 210 metros acima do nível do mar. Para a elaboração deste borbulhante foram escolhidas as uvas Chenin Blanc, Semillon e Chardonnay. O melhor de tudo é que, salvo engano, pagamos apenas R$ 13,90 por este borbolhante, que vem numa garrafa de 660 ml. Quando degustado ele apresentou cor amarelo esverdeado, com perlage de tamanho médio e razoável abundância. No nariz foi possível sentir aromas cítricos, florais e uma nota doce. Na boca mostrou boa cremosidade e uma nota doce, que contrasta com um sutil amargo no fim. Ótima opção para quem está começando a degustar espumantes e, principalmente, naqueles dias de bolso apertado.
Classificação Vinho por 2: Bom e Custo x Benefício
País: Brasil
Região: Campanha Gaúcha
Uva/Corte: Chenin Blanc, Semillon e Chardonnay 
Teor alcoólico: 12,00 %
Preço: R$ 13,90 na RM Express
Degustado em: 29 de dezembro de 2011
Link: Almadén

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Cave Geisse Brut 2009 - CBE

Para o tema extra de fim de ano da Confraria Brasileira de Enoblogs, desta feita borbulhantes, vamos falar sobre o Cave Geisse Brut 2009, que sem dúvida alguma é um dos melhores espumantes nacionais. A Vinícola Geisse foi fundada em 1979 pelo engenheiro agrônomo e enólogo Mario Geisse, chileno que veio para o Brasil em 1976 contratado para dirigir a Moët & Chandon do Brasil. Trata-se de um corte de aproximadamente 70% de Chardonnay e 30% de Pinot Noir, que passa no mínimo 24 meses em contato com as leveduras, para um perfeito amadurecimento. Quando degustado apresentou cor amarelo palha com reflexos dourados. O perlage mostrou-se fino e abundante. No nariz foi possível sentir notas de tostado e um cítrico leve. Na boca mostrou boa acidez e cremosidade, com um sutil amargo no fim que não chegava a incomodar. A garrafa que degustamos para objeto de análise deste post nos pareceu um degrau abaixo daquilo que normalmente ele nos oferece. Por este motivo será classificado com bom (+), muito embora as outras garrafas que degustamos tenha apontado para uma classificação como muito bom.
Classificação Vinho por 2: Bom (+)
País: Brasil
Região: Pinto Bandeira - RS
Uva/Corte: 70% Chardonnay e 30% Pinot Noir
Teor alcoólico: 12,50 %
Preço: R$ 52,00 na Ingá
Degustado em: 28 de agosto de 2011 
Link: Cave Geisse

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Casa Perini Brut Champenoise - CBE

O Tema da Confraria Brasileira de Enoblogs deste mês, espumante nacional de qualquer faixa de preço e que tenha sido produzido pelo método tradicional, foi bastante apropriado. O Brasil tem uma grande vocação para a elaboração de espumantes e, talvez, em relação a este tipo de vinho, tenhamos a possibilidade de atingir um nível de qualidade comparável ao das melhores regiões mundais. O site da Perini não diz muito sobre a forma de produção de seu espumante topo de gama, esclarecendo apenas que é feito com as uvas Chardonnay/Pinot Noir e pelo método tradicional. Uma informação que deveria constar no site é o tempo que ele passa em contato com as leveduras. Quando degustado apresentou cor amarelo esverdeado. A perlage era de tamanho médio e no começo bastante abundante, embora não tenha se mostrado persistente. Quanto aos aromas foi possível sentir notas cítricas e de fruta branca (talvez maçã), assim como alguma torrefação. Na boca a cremosidade era mediana e havia um sutil amargor no fim.
Classificação Vinho por 2: Bom
País: Brasil
Região: Garibaldi
Uva/Corte: Chardonnay e Pinot Noir
Teor Alcoólico: 11,80%
Preço: R$ 35,00 Aproximadamente
Degustado em: 20 de maio de 2011

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Salton Brut Reserva Ouro

Apesar de degustarmos muitos espumantes, temos falado muito pouco sobre eles. Neste estilo de vinho, de fato, o Brasil está muito bem servido como divulgado pela crítica especializada. Os espumantes brasileiros são bons e possuem um preço que muitas vezes é justo e acessível. O Salton Brut Resreva Ouro ilustra muito bem essa situção, oferecendo boa qualidade numa faixa que vai até R$ 25,00. Ele é produzido pelo método charmat,  através da assemblage de 60% Chardonnay, 20% Pinot Noir e 20% Riesling.  Aproximadamente 20% do vinho é fermentado e conservado em barricas. Ele permanece em tanques de inox por seis meses em contato com as leveduras. Quando degustado sua cor mostrou-se amarelo palha, com perlage abundante, porém de tamanho médio e com movimentos irregulares. No nariz foi possível perceber os aromas cítricos e de maça verde. Na boca apresentou cremosidade e acidez. Bom espumante para o dia-a-dia.  Nesta faixa de preço só não supera o Casa Valduga Arte Brut.
Classificação Vinho por 2: Bom e custo x benefício
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos  - RS
Uva/Corte: 60% Chardonnay, 20% Pinot Noir e 20% Riesling
Teor alcoólico: 12,00 %
Preço: Aproximadamente R$ 24,00 na RM Express
Degustado em: 15 de março de 2009 e em muitas outras ocasiões 
Link: Salton Brut Reserva Ouro

domingo, 27 de março de 2011

.Nero Brut

Notamos um detalhe no blog: a pequena postagem de vinhos espumantes. Degustamos com  regularidade os borbulhantes, mas eles não tem sido uma presença constante no Vinho por 2. O Brasil faz este tipo de vinho com excelência e por isso vamos dedicar maior espaço para eles. Na postagem de hoje vamos comentar o .Nero Brut, que é produzido pela Domno do Brasil, uma empresa do grupo Valduga, famosa pelos seus espumantes produzidos através do método tradicional. Os espumantes da linha .Nero são elaborados  pelo metódo charmat, mas nem por isso deixam a dever na qualidade, passando seis meses em contato com as leveduras nos tanques de inox. No dia em que foi degustado por nós o .Nero Brut apresentou cor amarela com reflexos dourados. Nos aromas pudemos sentir um leve tostado (apesar de ser charmat),  nota doce, fruta branca lembrando pêra e toque floral ao fundo. Na boca mostrou boa cremosidade e apesar de ser brut, repetiu com sutileza a nota doce que verficamos em seu aroma.
Classificação Vinho por 2: Bom
País: Brasil
Região: Garibaldi  - RS
Uva/Corte: 60% Chardonnay, 30%  Pinot Noir e 10% Riesling
Teor alcoólico: 11,8 %
Preço: R$ 33,90 na Ingá e R$ 23,00 na RM Express
Degustado em: 26 de maio de 2010.
Link: .Nero Brut

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Chandon Brut

Estava devendo esse post às amigas de Brasília, Carlinha e Verônica, um brinde a vocês garotas! No final do mês passado estive em BSB participando de um congresso e fui muito bem recebida por Verônica, que fez questão de me buscar no aeroporto e me levar para jantar no Kojima, que é um japonês bem famoso daqui de Recife que tem filial em BSB também. Resultado: noite de sushi regada a muuuito Chandon.

Quanto à Carlinha, grande amiga de colégio, não tenho palavras para agradecer a hospitalidade, fiquei na casa dela e fui extremamente paparicada, fui levada para conhecer todos os pontos turísticos da cidade, além de bons restaurantes. Ah, conheci a Super Adega, que é um supermercado que possui uma grande diversidade de vinhos a preços justos, boa dica para os moradores de Brasília, Maykel teria enlouquecido lá dentro.  E falando em meu digníssimo marido, não seria justo postar algo que ele não tivesse degustado, assim sexta-feira fiz um risoto de camarão, que ficou ótimo, para acompanhar o Chandon.
 
Finalmente, voltando ao Chandon... Ele é um espumante bem levinho, que desce como água, tem cor amarelo claro com reflexos esverdeados e no aroma se destaca a maçã verde, uma nota doce e um cítrico ao fundo. Na boca possui boa cremosidade e acidez equilibrada, sendo melhor para bebericar, já que não acompanha bem pratos mais pesados.
Classificação Vinho por 2: Bom
País: Brasil
Região: Garibaldi  - RS
Uva/Corte: Chardonnay, Resling Itálico e Pinot Noir
Teor alcoólico: 11,8 %
Preço: R$ 50,00 no Kojima de BSB e R$ 36,00 na RM Express
Degustado em: 25 de agosto e 24 de setembro de 2010.
Link: Chandon Brut

sábado, 31 de julho de 2010

Espumante Casa Valduga 130 anos

O segundo vinho foi o nosso velho conhecido e querido Espumante 130 anos, elaborado com as uvas Chardonnay e Pinot Noir de 3 safras excepcionais a saber: 2002, 2004 e 2005, que maturou por 6 meses no carvalho. Possui cor dourada, perlage fina, mas não muito abundante, no nariz sentimos um tostado bem evidente, uma nota de fruta madura e amêndoas, denotando toda sua complexidade. Na boca esse espumante possui cremosidade média e um sabor persistente. Podemos dizer que não é um espumante muito fácil para os que estão começando, pois tem um estilo mais pesado.
Classificação vinho por 2: Muito Bom 
País: Brasil
Região: Vale dos Vinhedos - Bento Gonçalves
Uva/Corte: Chardonnay e Pinot Noir
Teor alcoólico: 13,00%
Preço: R$ 60,00 (em média)
Degustado em: 19 de julho de 2010.