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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

One Bottle of Red 2015

Em tempos de vinhos caros, um bom custo x benefício cai muito bem. O One Bottle of Red é um vinho que cai bem naqueles dias despretensiosos e certamente vai agradar bastante a quem está começando no mundo do vinhos, justamente por ser fácil de beber e sem arestas. Não passa por madeira e mostra todo o frescor da fruta. Cor rubi com reflexo violáceo de média intensidade. Frutas vermelhas em compota, com destaque para framboesa, além de notas herbáceas lembrando pimentão. Na boca taninos macios, acidez média (+), taninos médios. Muito redondo na boca e com uma nota adocicada no retrogosto. Um vinho de bom custo x benefício.
Classificação Vinho por 2:Bom e Custo x Benefício
País: Chile
Região: Vinhedos Chilenos
Uva/Corte: Cabernet Sauvignon (87,5%) e Merlot (12,5%)
Teor alcoólico: 14,00% 
Preço: R$ 41,40 no site da Winebrands
Degustado em: 15 de setembro de 2017 
Link:One Bottle of Red 2015

sábado, 1 de julho de 2017

Château La Magnotte Bellevue 2014 # CBE

Em mais uma participação na Confraria Brasileira de Enoblogs, tivemos a oportunidade de escolher o tema do mês de julho, a pedido da Presidente e Confreira Fabiana Gonçalves do blog Escrivinhos. E, em razão de uma pesquisa recentemente divulgada, que apontou no ano de 2016 uma rede de supermercados como o segundo maior importador de vinhos do Brasil, resolvemos comentar o que tem de bacana nas gôndolas, deixando o tema aberto para que os confrades pudessem falar de qualquer tipo de vinho, de qualquer faixa de preço, desde de que  encontrado em supermercado. A nossa opção  é um verdadeiro achado da França, de importação própria do Carrefour, que tem uma relação preço x qualidade maravilhosa. Pensar em um vinho de Bordeaux e de uma denominação mais específica, neste caso Médoc, até R$ 40,00 é missão quase impossível em terras brasileiras. O Château La Magnotte de Bellevue é um vinho feito com Merlot (50%), Cabernet Sauvignon (45%) e Cabernet Franc (5%). Quando degustado apresentou cor granada de média intensidade. No nariz foi possível perceber folhas secas, ervas secas, pimenta do reino e frutas escuras, tudo em um estilo maduro. Na boca tinha corpo de médio para alto, acidez média (+), taninos presentes, mas sem incomodar, além de boa persistência.
Classificação Vinho por 2: Bom
País: França
Região: Médoc
Uva/Corte:
Merlot (50%), Cabernet Sauvignon (45%) e Cabernet Franc (5%)
Teor alcoólico: 13,00%
Preço: R$ 39,90
Degustado em: 29 de junho de 2016
Link: (-)

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Miolo Reserva Tempranillo 2014 #CBE

Em mais uma participação na Confraria Brasileira de Enoblogs, que teve como proposta nos fazer garimpar bons vinhos numa faixa de preço até R$ 40,00, resolvemos provar o Miolo Reserva Tempranillo 2014. A temática foi muito pertinente já que estamos vivenciado tempos de crise e dólar nas alturas, o que tem impacto direto no preço dos vinhos. A vida não está fácil para os apreciadores da bebida de baco. Entretanto, rótulos como esse nos trazem algum esperança. Ainda é possível degustar vinhos de boa qualidade sem causar um rombo no bolso. Quando degustado ele apresentou cor rubi com reflexos violáceos de média intensidade. No nariz foi possível perceber ameixa e a madeira de forma muito sutil. Os aromas eram diretos, mas agradáveis. Na boca mostrou corpo médio, boa acidez e taninos macios. O maior problema dele talvez seja a persistência, que se mostrou um pouco curta. Enfim: um vinho que dá conta do recado e não agride o bolso!
Classificação Vinho por 2: Bom
País: Brasil
Região: Campanha Gaúcha
Uva/Corte: Malbec
Teor alcoólico: 13,00%
Preço: R$ 39,00 na RM Express
Degustado em: 28 de outubro de 2016
Link: Miolo

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

2ª Edição do Curso de Vinho para Iniciantes

A segunda edição do Curso de Vinho para Iniciantes, realizada na última quarta-feira (12/08) foi um verdadeiro sucesso. A aula inaugural contou com a participação da Rio Sol, representada por Denise Ribeiro Santos, que tratou de explicar todos os detalhes do terroir do Vale do São Francisco, assim como as inovações e superações dessa iniciativa portuguesa em terras brasileiras. É um projeto que não tem precedentes no mundo, já que o cultivo das videiras é realizado muito próximo à linha do equador. Além disso, as videiras produzem de duas a três vezes ao ano, o que não tem igual.

Foram degustados cinco rótulos: Rio Sol Espumante Demi-Sec Branco, Espumante Rio Sol Brut Rosé, Vinha Maria Nature Suave, Rio Sol Cabernet-Syrah e o Rio Sol Reserva.

A Rio Sol mostrou muita qualidade e consistência em seus vinhos. Dentre os espumantes se destacou o Rio Sol Brut Rosé e, nos tintos, o Rio Sol Reserva 2012. Não há dúvidas de que Pernambuco só tem motivos para se orgulhar dos vinhos produzidos em seu terroir.

O Rio Sol Espumante Brut Rosé mostrou cor rosada e perlage com tamanho médio e abundante. No nariz foi possível perceber frutas vermelhas frescas. Na boca estava muito equilibrado e com grande cremosidade. É um espumante para comprar de caixa (cerca de R$ 25,00) e desfrutar na praia, na beira da piscina ou em qualquer outra ocasião descontraída. Um grande custo x benefício sem dúvida!

domingo, 21 de junho de 2015

Misiones de Rengo Sauvignon Blanc 2014

Antes de provarmos o Misiones de Rengo Sauvigon Blanc da linha varietal, já havíamos degustado a linha imediatamente superior, a reserva. E a grande qualidade dessa última gama foi que nos encorajou a conhecer a linha de entrada da vinícola, que pode ser facilmente encontrada por R$ 23,00/25,00 nos mais diversos supermercados. Vinhos como esse só reforçam a certeza de que na América do Sul, vinho branco é chileno e ponto final. Além disso, pelo preço que compramos, dificilmente se degusta um branco de melhor qualidade. É um vinho leve, porém de grande acidez, ideal para beira de piscina. Quando degustado mostrou cor amarelo claro esverdeado. No nariz foi possível perceber notas cítricas e um toque herbáceo que conferia bastante frescor. Na boca o corpo era leve, mas a acidez estava bem presente. Um custo x benefício em tempos de vacas magras. 
Classificação Vinho por 2: Bom (+) 
País: Chile 
Região: Valle de Rapel 
Uva/Corte: Sauvignon Blanc 
Teor alcoólico: 12,50% 
Preço: R$ 24,00 
Degustado em:  15 de junho de 2015

terça-feira, 29 de julho de 2014

Censurato Cabernet Sauvignon 2011

Este é um belo representante brasileiro da uva Cabernet Sauvignon. Para sua produção o rendimento por planta foi de apenas 2 kg, resultando em um número restrito de garrafas. Foram produzidas apenas 2.880 exemplares dessa safra. Antes de ser engarrafado, ele passou por um repouso de 12 meses em barris de carvalho francês. Quando degustado apresentou cor rubi. Nos aromas foi possível perceber cassis, além de uma madeira muito bem integrada. Na boca os taninos se mostraram ainda jovens. Certamente vai melhorar com o tempo em garrafa. O melhor é que ele custa, em média, apenas R$ 30,00. 
Classificação Vinho por 2: Bom
País: Brasil 
Região: Serra Gaúcha - RS
Uva/Corte: 100% Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 13,00% 
Preço: R$ 30,00
Degustado em: 28 de junho de 2014 
Link:Franco Italiano

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Salton Prosecco 2013

Esse rótulo foi degustado durante o Winebar promovido no dia 10 de dezembro de 2013. Foi uma grata surpresa, já que mostrou ótima qualidade por um preço muito competitivo - algo em torno de R$ 30,00. Nessa faixa de preço vai ser difícil encontrar um Prosecco que seja melhor. Ele foi elaborado 100% com a uva que lhe concede o nome, sendo o vinho base fermentado numa temperatura de 17ºC com leveduras selecionadas durante um mês. A segunda fermentação ocorreu pelo método Charmat durante aproximadamente um mês e meio, a uma temperatura de 12ºC. Quando degustado apresentou cor amarelo esverdeado muito claro. Nos aromas foi possível perceber sutis notas cítricas e florais (flores brancas). Na boca mostrou boa acidez, sem demonstrar um amargor no fim de boca que é muito característico em alguns exemplares desse tipo. Não há dúvidas que é um vinho de ótimo custo x benefício.  
Classificação Vinho por 2:Bom (+)
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha
Uva/Corte: Prosecco
Teor alcoólico: 12,00% 
Preço: R$ 30,00
Degustado em: 10 de dezembro de 2013  
Link:Salton

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Urban Uco Tempranillo 2010

Nunca pagamos tão pouco por tanta qualidade. O Urban Uco Tempranillo nos custou menos do que R$ 15,00 (na Argentina) e  ofereceu um leque de sensações inversamente proporcional ao seu preço. Pena que aqui no Brasil custa aproximadamente R$ 48,00. Mesmo assim, ainda vale pagar esta quantia por uma garrafa. Ele fermenta em tanques de aço inoxidável, passando por uma maceração de 12 dias, assim como por um posterior repouso de 3 meses em barris de carvalho francês. O Urban Uco Tempranillo chegou a receber 89 pontos de Robert Parker na safra 2008, nota que foi extremanente merecida. Quando degustado apresentou cor púrpura de intensidade média. Nos aromas foi possível perceber frutas vermelhas, principalmente cereja, noz moscada, pimenta do reino, cedro e um toque herbáceo muito sutil. Na boca mostrou corpo médio e boa acidez. Um vinho muito redondo, apesar de sua pouca idade. Da próxima vez vamos trazer uma caixa na bagagem.
Classificação Vinho por 2: Muito Bom
País: Argentina
Região: Mendoza
Uva/Corte: Tempranillo
Teor alcoólico: 14,20%  
Preço: R$ 48,00
Degustado em: 02 de maio de 2012
Link: O. Fournier

sábado, 1 de dezembro de 2012

Dal Pizzol Do Lugar Cabernet Franc 2011

Esse foi mais um dos vinhos degustados no Circuito Brasileiro de Degustação e será o post do mês da Confraria Brasileira de Enoblogs, que teve como tema: Cabernet Franc do novo mundo até R$ 150,00. O nosso exemplar foi bem mais humilde e custa em média R$ 25,00. O que mais chamou nossa atenção em relação a este vinho foi o fato do produtor admitir a chaptalização, quando na descrição de elaboração disse: "As uvas foram desengaçadas adicionado levedura ativa e açúcar. Fermentou em temperaturas de 27 a 30 °C, sofreu remontagens regulares durante o período de maceração (5 dias). O mosto foi submetido a maceração mediana para se obter um bom equilíbrio de paladar, coloração e concentração de aromas. Após realizar a fermentação malolática, maturou por um período de 12 meses em tanques de madeira. Estabilizado, filtrado e engarrafado." Sem dúvida essa sinceridade é difícil de ser encontrada por aí. Quando degustado ele apresentou cor rubi claro. Nos aromas sentimos frutas vermelhas e notas herbáceas. Na boca era leve, sem muita persistência e com um amargor que incomodava no final. 
Classificação Vinho por 2: Regular 
País: Brasil
Região: Bento Gonçalves (Serra Gaúcha)
Uva/Corte: Cabernet Franc
Teor alcoólico: 13,00%
Preço: R$ 25,00
Degustado em: 19/09/12
Link: Dal Pizzol

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Zanella Cabernet Sauvignon Reserva 2008

Esse vinho foi mais um presente da nossa amiga Selma Travassos, que generosamente nos permitiu a oportunidade de experimentar um rótulo que sequer é comercializado aqui em Recife. Ele é produzido pela vinícola  Zanella, que fica localizada na cidade de Antônio Prado, no limite entre a Serra Gaúcha e os Campos de Cima da Serra. Para a elaboração deste vinho a Zanella limitou a produção de uvas em 2 kg por planta, realizando uma maceração longa (três semanas) e um amadurecimento de 50% do vinho em barricas de carvalho francês durante 12 meses. Quando degustado apresentou cor rubi escuro. No nariz foi possível perceber aromas que lembravam cassis, pimentão (nota sutil), café, cedro e noz moscada. Impressionou pela diversidade e complexidade aromática. Na boca mostrou corpo médio, boa persistência/acidez, mas com um amargor que incomodava no fim de boca. O vinho é muito bom no nariz, porém regular na boca em razão do amargor. Resolvido este problema seria excepcional para sua faixa de preço, que é de R$ 21,90 na loja virtual da Zanella. 
Classificação Vinho por 2: Bom (-)
País: Brasil
Região: Serra Gaúcha
Uva/Corte: Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 13,00%
Preço: R$ 21,90 na loja virtual da Zanella
Degustado em: 21/07/12
Link: Zanella

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Grandjó Tinto 2008

Este vinho é produzido pela Real Companhia Velha, que é proprietária de uma significativa extensão de vinhedos na região de Alijó, chamada Quinta do Casal da Granja. Trata-se de uma zona de planalto, na parte alta do Douro, onde sopram brisas frescas. As uvas desse exemplar são prensadas em prensa pneumática. A fermentação ocorre em cubas de inox com controle de temperatura. Foi vinificado pelo método tradicional, sendo o amadurecimento parte em cubas de inox e parte em toneis de madeira (seis meses). Na prova verificamos que o vinho tinha cor rubi. Nos aromas conseguimos sentir frutas vermelhas e uma madeira integrada, talvez algum floral ao fundo. Na boca tinha médio a bom corpo e certo amargor no fim. Melhor no nariz do que na boca. Bom acompanhamento para carnes, pastas e queijos. Na faixa de preço dele é possível encontrar vinhos portugueses e de outras nacionalidades, com maior consistência. 
Classificação Vinho por 2: Bom (-)
País: Portugal 
Região: DOC Douro
Uva/Corte: Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Barroca
Teor alcoólico: 13,50%
Preço: R$ 30,00
Degustado em: 18 de maio de 2012
Link: Real Companhia Velha

domingo, 29 de julho de 2012

Palo Alto Reserva 2007

Este vinho é produzido por mais uma das vinícolas que fazem parte do grupo Concha y Toro. O seu nome tem origem em uma árvore nativa das colinas do Vale Central do Chile, que também é conhecida por "Espino". Para os produtores do Vale de Maule não é uma coincidência que as áreas em que esta árvore cresce sejam de condições ideais para a produção de vinho de alta qualidade. O nosso exemplar, quando degustado, apresentou cor rubi escuro com alguma evolução. Nos aromas foi possível sentir as típicas notas herbáceas dos chilenos, além de frutas escuras em compota, assim como a madeira presente e bem integrada. Na boca tinha bom corpo e persistência, assim como taninos já amaciados pelos quatro anos de idade. Este exemplar foi comprado por R$ 19,00 no Wallmart. Por este preço é imbatível, mas a verdade é que sua média no mercado gira em torno de R$ 30,00/35,00. 
Classificação Vinho por 2: Bom (+)
País:Chile
Região: Vale de Maule 
Uva/Corte: Cabernet Sauvignon, Carmenère, Syrah 
Teor alcoólico: 13,50%
Preço: R$ 30,00
Degustado em: 09 de junho de 2011
Link: Palo Alto

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Charamba 2007


A Aveleda é uma empresa dirigida por mais de três séculos pela mesma família. Ela é a dona da marca Casal Garcia, que dá nome ao vinho branco mais vendido em todo mundo. Na década de 1990 foi iniciado o projeto da marca Charamba, que é uma dança tradicional portuguesa do século XIX. Esse vinho é produzido a partir das castas Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca e Touriga Nacional. Quando degustado apresentou cor rubi, sem maiores evoluções para um vinho dessa faixa de preço e que tem cinco anos de idade. Nos aromas foi possível sentir frutas vermelhas, um toque vegetal e uma nota doce. Na boca mostrou corpo médio, acidez pronunciada e retrogosto rápido/mediano. Um vinho regular, mas que para sua faixa de preço poder ser classificado como bom (-).
Classificação Vinho por 2: Regular 
País: Portugal
Região: Douro 
Uva/Corte: Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca e Touriga Nacional
Teor alcoólico: 13,00%
Preço: R$ 20,00 (aproximadamente), na RM Express
Degustado em: 08 de junho de 2012
Link: Aveleda


quarta-feira, 27 de junho de 2012

Mateus Rosé

Esse está no livro 1001 vinhos para beber antes de morrer e não é difícil de colocar na bagagem, já que custa pouco mais de R$ 20,00. A história do Mateus Rosé tem início em 1942, quando foi criado por Fernando Van Zeller Guedes. Sua garrafa foi inspirada nos cantis utilizados pelos soldados na primeira guerra mundial e o seu rótulo remete ao local de seu nascimento, o Palácio de Mateus, que é um solar barroco próximo à cidade de Vila Real. Segundo informações do site do produtor, há uma estimativa de que já tenham sido comercializadas mais de um bilhão de garrafas do Mateus Rosé. O livro 1001 vinho define muito bem o Mateus Rosé quando diz que ele não é: "nem seco nem doce, nem tinto nem branco, nem pesado nem leve, nem efervescente nem tranquilo, o vinho pode ser bebido sem acompanhamento, com pratos saborosos ou com uma sobremesa." Apesar dessa dificuldade para defini-lo, quando o degustamos pudemos constatar que ele apresentou cor salmão bem clarinho. Nos aromas se mostrou inexpressivo, lembrando uma fruta vermelha ao fundo. Na boca mostrou uma acidez bem marcada e alguma efervescência. Essa acidez o salva de ser classificado como ruim. Sem dúvida o seu ponto fraco é a inexpressividade aromática.
Classificação Vinho por 2: Regular 
País: Portugal
Região: Bairrada/Douro 
Uva/Corte: Baga, Rufete, Tinta Barroca e Touriga Franca
Teor alcoólico: 11,00%
Preço: R$ 20,00 (aproximadamente)
Degustado em: 08 de abril de 2012
Link: Mateus Rosé

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Farina Montepulciano D'Abruzzo 2009 - CBE

Neste começo de mês a correria foi grande e somente agora conseguimos fazer o post da Confraria Brasileira de Enoblogs, que teve como tema: Montepulciano D'Abruzzo de qualquer faixa de preço. A Montepulciano é uma uva cultivada no centro da Itália e, no caso do exemplar que estamos comentando, em Abruzzo. Ela também é cultivada em outras regiões como a Toscana, Úmbria, Molise e Puglia. Este vinho, antes de seu engarrafamento, passou por um repouso em barris de carvalho que varia de 06 até 12 meses, conforme informações obtidas no site de seu importador, a Max Brands. Quando degustado apresentou cor rubi. Nos aromas mostrou frutas vermelhas, toque vegetal e uma nota doce. Na boca seu corpo era médio e a acidez pronunciada, repetindo no retrogosto, de forma sutil, a nota doce já percebida nos aromas. Um vinho fácil de degustar e interessante para quem está começando. Pelo preço vai fugir do regular, para levar um bom (menos). 
Classificação Vinho por 2: Bom (-) 
País: Itália
Região: Abruzzo
Uva/Corte: Montepulciano
Teor alcoólico: 14,50%
Preço: R$ 20,00 na RM
Degustado em: 02 de maio de 2012
Link: (---)

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Bellosguardo Chianti 2010

Como dissemos na postagem anterior, este foi o vinho que, individualmente falando, mais nos agradou. O Bellosguardo Chianti é um verdadeiro custo x benefício. Embora esteja por aproximadamente R$ 40,00 na Pescadero, na internet conseguimos encontrá-lo por R$ 28,00. Trata-se de um corte de Sangiovese (75% - 90%), Canaiolo Negro (5% - 10%), Trebbiano Toscano (5% - 10%), Malvasia de Chianti (5% - 10%) e Colorino (10%). Quando degustado apresentou cor rubi claro. Nos aromas foi possível sentir frutas vermelhas e um floral sutil. Na boca a acidez estava presente, mas equilibrada. O corpo era leve/médio e a persistência mediana. Em suma: um vinho de caráter bastante gastronômico, em razão de sua acidez e que pode ir muito bem numa degustação em carreira solo por não ser pesado. Quem pagar R$ 28,00 vai fazer um ótimo negócio!
Classificação Vinho por 2: Bom (+)
País: Itália
Região: Toscana Link: Cantine Bellosguardo
Uva/Corte: Sangiovese, Canaiolo Negro, Malvasia de Chianti e Colorino
Teor alcoólico: 12,50%
Preço: R$ 40,00 (aproximadamente) na Pescadero
Degustado em: 08 de maio de 2012

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Vinhas de Priscos 2009

Esse sempre foi um vinho que nós olhávamos na Casa dos Frios e não colocávamos muita fé. Certamente preconceito em razão de seu preço ser muito acessível, algo em torno de R$ 20,00. Infelizmente no mundo dos vinhos as cifras são um parâmetro a ser levado em consideração, muito embora não sejam garantia de qualidade. O Vinhas de Priscos 2009 surpreendeu de forma muito positiva, mostrando grande relação custo x benefício. Este rótulo é oriundo do Minho que faz parte da região demarcada dos "Vinhos Verdes", sendo produzido com as castas Trajadura, Loureiro, Arinto e Alvarinho. O nome vinho verde é uma alusão à alta acidez e juventude dos caldos produzidos nesta região, que podem ser brancos ou tintos, ao contrário do que o nome leva a acreditar. O Vinhas de Priscos, quando degustado, apresentou cor amarelo claro com tons esverdeados. Nos aromas foi possível sentir notas cítricas e sutis notas de frutas tropicais. Na boca mostrou uma acidez bem marcada, o que é característica dos vinhos desta região. Sem dúvida um vinho perfeito para o calor recifense.
Classificação Vinho por 2: Bom e Custo x Benefício
País: Portugal
Região: Minho
Uva/Corte: Trajadura, Loureiro, Arinto e Alvarinho. 
Teor alcoólico: 11,5%
Preço: R$ 17,00/20,00
Degustado em: 21 de março de 2012.
Link: (---)

quarta-feira, 28 de março de 2012

Tamari Chadonnay 2007

A Bodega Tamarí, situada na região de Mendoza, iniciou suas operações em 2003, pertencendo atualmente ao Grupo San Pedro Tarapacá.  Esse grupo é o maior exportador de vinho chileno, sendo formado neste país por vinícolas como: San Pedro, Tarapacá, Santa Helena, Altair, Viña Mar e Casa Rivas. Na Argentina, além da Bodega Tamarí, o Grupo San Pedro de Tarapacá é proprietário da Finca La Celia. Tamarí, na língua indígena Huarpe, usada pelos povos originários de Mendoza, significa fazer as coisas com paixão e sentimento. Quando degustado apresentou cor amarelo com reflexos dourados. Quanto aos aromas, foi possível sentir notas cítricas, abacaxi e uma nota doce sutil. Trata-se de um vinho com bons aromas, mas que não guarda complexidade olfativa. Na boca mostrou boa acidez e corpo médio. Sem dúvida um verdadeiro custo x benefício. É uma boa opção para uma festa ou jantar em que vai ser servido vinho branco para um grande número de convidados, pois custa em média R$ 17,00/20,00.
Classificação Vinho por 2: Bom
País: Argentina
Região: Mendoza
Uva/Corte: Chardonnay
Teor alcoólico: 14%
Preço: R$ 17,00/20,00
Degustado em: 05 de dezembro de 2010.
Link: Tamarí

sexta-feira, 2 de março de 2012

Alta Vista Premium Cabernet Sauvignon 2007

Mais um vinho da linha premium da Alta Vista que é um verdadeiro campeão no quesito custo x benefício e que vale a pena incorporar ao dia a dia. Assim como o Malbec da mesma linha ele passa 12 meses em barris de carvalho, só que em seu caso metade é americano e a outra metade é francesa, além de 06 meses de repouso em adega antes de ser comercializado. Quando degustado apresentou cor rubi. Nos aromas identificamos fruta vermelha, madeira bem marcada e uma nota de chocolate, sem apresentar, contudo, grande complexidade. Na boca seu corpo estava mais para médio, apresentando uma sutil adstringência no fim, além de um leve amargor que não chegava a incomodar. Um bom exemplo de Cabernet Sauvignon que se pode encontrar na faixa dos R$ 30,00, oferecendo algum prazer em sua degustação. Cabe ressalvar que o Alta Vista Malbec Premium é superior ao seu irmão Cabernet Sauvignon. Um vinho para ter sempre na adega.
Classificação Vinho por 2: Bom e Custo x Benefício
País: Argentina 
Região: Mendoza 
Uva/Corte: Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 14,00%
Preço: R$ 30,00 na Casa dos Frios
Degustado em: 24 de outubro de 2010

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Mumm Brut

Cumprindo a nossa promessa de postar mais sobre os espumantes que estão sempre tão presentes em nosso dia a dia, vamos falar deste borbulhante produzido na Argentina. Trata-se de mais um braço do grupo francês Pernod Ricard na terra dos hermanos, a exemplo de outros nomes argentinos como Graffina, Etchart, Colón, Santa Silvia e Balbi, que também lhe pertencem. Quando degustado apresentou cor amarelo claro com tons esverdeados, perlage abundante de tamanho médio, com movimentos irregulares. Nos aromas foi possível sentir notas florais e de mel. Na boca tinham boa cremosidade, sendo que no retrogosto havia um contraste entre uma nota doce (para um espumante denoninado como brut) e um leve amargor no fim.  Não há dúvidas de que o Mumm Brut, quando comparado com espumantes nacionais da mesma faixa de preço, leva um verdadeiro banho. Mais um exemplo que ratifica a superioridade dos espumantes brasileiros em relação aos argentinos.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: Argentina
Região: San Rafael
Uva/Corte: Chardonnay e Pinot Noir 
Teor alcoólico: 12,50%
Preço: R$ 30,00
Degustado em: 24 de novembro de 2011
Link: (---)