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quarta-feira, 1 de março de 2017

Château de Pourcieux 2015

O Château de Pourcieux pertence à família do Marquês d'Espagnet e é um belíssimo exemplo de arquitetura provençal, tendo sido registrado em 1993 no inventário oficial de monumentos históricos. O castelo possui, em suas adegas, cubas que datam do século XVIII e são verdadeiros monumentos, além de uma vasta coleção de barricas de carvalho que foram montadas naquela época e estão em uso até os dias de hoje. O vinho Château de Pourcieux é oriundo de vinhedos que possuem solo de calcário e argila e que estão dispostos de modo a protegê-los do vento Mistral e a dar máxima exposição ao sol. Na sua composição predominam três castas: Syrah, Grenache e Cinsault, que são colhidas de forma mecânica. 

O interessante na elaboração desse rosé elegante é que suas uvas são vinificadas separadas para depois ser feita a assemblage. Analisando o vinho notamos a cor rosé e o halo incolor, de intensidade média. No nariz sentimos notas primárias de frutas vermelhas frescas, como morango, e notas florais. Na boca acidez bem marcada, corpo leve, álcool médio e boa persistência. Um vinho refrescante, elegante, perfeito para bebericar na piscina ou numa tarde de calor.
Classificação Vinho por 2: Muito bom 
País: França 
Região: AOC Côtes de Provence Sainte Victoire 
Produtor: Château de Pourcieux 
Uva/Corte: Syrah 35%, Grenache 35%, Cinsault 20%. Os 10% restantes de Cabernet Sauvignon, Mourvèdre e Carignan
Teor alcoólico: 13,35% 
Preço: R$ 100,00 
Degustado em: 19 de julho de 2016 
Link: Château de Porcieux 
Dica de harmonização: pratos leves, como peixe grelhado e queijos leves 
Temperatura de serviço: 7° a 9°C

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Montes Toscanini Reserva Familiar Rosé 2016

Na sequência do evento de vinhos uruguaios, tivemos a oportunidade de experimentar os vinhos da bodega Montes Toscanini, representada por um de seus proprietários e também enólogo, Leonardo Montes Toscanini. A importadora Porto a Porto também se fez presente, através da enóloga e sommelière Emille Cruz (foto). A Montes Toscanini tem um perfil familiar, estando no ramo há mais de 100 anos; seu foco é totalmente voltado para os vinhos e, por isso, não recebe turistas. Tanto cuidado, se fez perceber nos vinhos que provamos, de grande tipicidade e que, nitidamente, evitam seguir o caminho da sobrematuração, o que se nota através do percentual de álcool mais comedido em relação a vinhos chilenos e argentinos. Um dos melhores rosados da feira foi o Montes Toscanini Reserva Familiar Rosé 2016, feito com a uva Cabernet Sauvignon. Muita personalidade, em um vinho rosé mais intenso do que o habitual. Quando degustado apresentou cor rosa intenso, quase um rubi de baixa intensidade. No nariz foi possível perceber frutas vermelhas como morango e cereja. Na boca era mais encorpado que o habitual e com ótima acidez e persistência.
Classificação Vinho por 2: Muito bom
País: Uruguai
Região: Canelones 
Corte: Cabernet Sauvignon
Teor alcoólico: 12,5%
Preço: R$ 50,00
Degustado em: 15 de dezembro de 2016
Link: (-)

domingo, 8 de dezembro de 2013

Roca i Mora Rosé 2012

Iniciando as postagens sobre os vinhos que mais chamaram nossa atenção na degustação promovida pela BraSpain em Recife, vamos falar do Roca i Mora Rosé 2012. Trata-se de um vinho que certamente vai agradar iniciantes e iniciados, com seus aromas diretos e sua acidez presente. Para elaboração desse rótulo a Vinícola Cellers Unió utilizou as variedades Garnacha Tintorera e Merlot, que foram submetidas a uma maceração individualizada de 12 horas, em baixa temperatura. As uvas foram vinificadas separadamente, passando por fermentação em tanques de aço inox em temperatura controlada de 15°C, durante 20 dias. Quando degustado apresentou cor rubi claro. Nos aromas foi possível perceber frutas vermelhas, com uma forte predominância de framboesa, não havia como se confundir. Na boca mostrou boa acidez, repetindo framboesa no retrogosto.
Classificação Vinho por 2:Bom
País: Espanha
Região: Tarragona
Uva/Corte: Garnacha Tintorera e Merlot
Teor alcoólico: 11,50% 
Preço: R$ 59,90
Degustado em: 28 de novembro de 2013  
Link:BraSpain

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Rosa de Argentina 2010

O vinho que tivemos a oportunidade de degustar com o passo inicial do almoço harmonizado foi o Rosa de Argentina 2010, um rosé feito com a uva malbec, que se mostrou muito refrescante. Esse é um estilo bastante apropriado para o nosso clima, daqueles para beber na beira da piscina sem maiores compromissos. Embora seja um vinho sem grande complexidade, segundo informações do site da Belasco de Baquedano as uvas que o originam são oriundas de um vinhedo com 100 anos de idade! Voltando ao cardápio: o 1º passo do almoço harmonizado foi uma recepção feita com queijos marinados regados à pimenta suave e creme de erva doce. Embora pimenta e vinho definitivamente não combinem, a que foi utilizada no primeiro passo do cardápio foi muito sutil e não prejudicou o casamento com o prato. O Rosa de Argentina mostrou um visual rubi claro. No nariz foi possível perceber frutas vermelhas como a cereja e o morango. Na boca era leve, com boa acidez e curta persistência. Resumo da ópera: vinho simples que cumpre ao que se propõe! Até que agradou este casal que não costuma apreciar vinho rosé. 
Classificação Vinho por 2: Bom  
País: Argentina 
Região: Agrelo, Luján de Cuyo, Mendoza
Uva/Corte: Malbec
Teor alcoólico:  12,8%
Preço:
Degustado em: 25 de maio de 2011

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Crios de Suzana Balbo Rosé 2007

Definitamente o vinho rosé ainda não nos convenceu. Talvez ainda não tenhamos degustado um exemplar de real qualidade que pudesse abrir a nossa mente (e o paladar) para este estilo. Inclusive, quem tiver alguma dica de um bom vinho rosé, não perca tempo, pode deixá-la nos comentários que vamos  incluir em nossas compras futuras. Vale a tentativa. Pode ser, também, que a frequência com que degustamos este estilo de vinho não esteja colaborando, mas é uma grande dificuldade insistir em algo que não agrada o paladar. O Crios de Suzana Balbo Rosé 2007, quando degustado, apresentou cor rubi claro. No nariz foi possível perceber licor de cereja e o álcool aparente. Na boca mostrou-se bastante ácido. Realmente não nos agradou. Precisamos de uma prova mais recente para espantar a má impressão. 
Classificação Vinho por 2: Ruim 
País: Argentina 
Região: Luján de Cuyo e San Carlos 
Uva/Corte: Malbec 
Teor alcoólico:  14,00% 
Preço: Aproximadamente R$  35,00 na RM Express  
Degustado em: 07 de março de 2009 

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Alta Vista Rosé Malbec 2007 - CBE

Depois da degustação de Malbecs, ainda não tivemos tempo de sequer passar a limpo todas as anotações realizadas. Inclusive, faltou tempo até para o post do tema da Confraria de Enoblogs deste mês, vinho rosé até R$ 100,00,  o que está sendo corrigido agora. Até o final de semana devemos iniciar os comentários dos malbecs provados, que não decepcionaram de forma alguma. E já que estamos falando tanto em  Malbec, vamos postar um rosé feito com ela e que tem um preço bem acessível, sendo facilmente encontrado em Recife. Temos que confessar que vinhos rosé não são a  nossa praia e talvez as nossas preferências tenham influenciado na avaliação deste vinho. Outro ponto que deve ser levado em consideração é que o produtor indica o consumo deste vinho em um período máximo de dois anos. O exemplar degustado estava com três, caminhando para o quarto ano. No visual ele se mostrou rubi claro, com uma cor até mais intensa que o habitual para um rosé. No aroma foi possível perceber uma nota direta de cereja. Na boca mostrou-se leve, com certo amargor e com uma ponta alcoólica.
Classificação Vinho por 2: Regular
País: Argentina
Região: Mendoza
Uva/Corte: Malbec
Teor alcoólico:  13,5%
Preço: R$  20,00 
Degustado em: 17 de setembro de 2010

Link: Alta Vista Rosé Malbec